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	<title>Ecobriefings &#187; biodiversidade</title>
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		<title>Estudo de Uerj revela que mudan&#231;a clim&#225;tica afeta a orla do Rio</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 00:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou sem postar aqui no blog há algumas semanas, em parte pela correria do trabalho. Hoje li no Jornal do Brasil uma reportagem que fala dos efeitos climáticos sobre a orla do Rio de Janeiro.
Há alguns posts atrás tratamos disso, apresentando alguns detalhes de um estudo elaborado há quatro anos pelo IPP – Instituto Pereira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Estou sem postar aqui no blog há algumas semanas, em parte pela correria do trabalho. Hoje li no Jornal do Brasil uma reportagem que fala dos efeitos climáticos sobre a orla do Rio de Janeiro.</p>
<p align="justify">Há alguns posts atrás tratamos disso, apresentando alguns detalhes de um estudo elaborado há quatro anos pelo IPP – Instituto Pereira Passos a cerca dos efeitos da elevação dos oceanos provocadas pelo aquecimento global.</p>
<p align="justify">Eu destacaria essa frase como a mais importante da reportagem.</p>
<p align="justify">“– Não dá mais para construir perto do litoral, porque o mar vai comer, vai avançar – diz Zee, impressionado com o que tem visto.” (JB)</p>
<p align="justify">Não adianta insistir em construir prédios de luxos, estruturas colossais, se sabemos que todo o investimento será talvez perdido em poucos anos. Seria mais justo o planejamento de construções de baixo impacto, e de um urbanismo sustentável, já prevendo possíveis alterações.</p>
<p align="justify">“Também coordenador do Mestrado em Meio Ambiente da Universidade Veiga de Almeida, Zee diz que a diminuição da faixa de areia nos postos 5 e 6 é apenas a ponta do iceberg que descongela. – Normalmente, a largura da praia de Copacabana, desde o aterro nos anos 60, varia de 80 a 120 metros. Em situações extremas de ressacas, diminui para 40 a 60 metros. Nunca vi do jeito que está agora – espanta-se, numa referência ao fato de a água, por vezes, bater no calçadão. – A tendencia é piorar.”</p>
<p align="justify">Realmente, me impressionei a pouco ao caminhar pelo calçadao de Copacabana e presenciar que a faixa de aréia em certos trechos encolheu.</p>
<p align="justify">Quem quiser ler mais sobre a reportagem do Jornal do Brasil deste Domingo, segue o <a href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/05/29/e290519081.asp">link</a>.</p>
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		<title>Pequeno Reporter em Save the Earth</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 02:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje encontrei esse vídeo bacana feito por uma criança. O pequeno reporter entrevistou o Cesar Maia.
O que achei interessante foi a linguagem fácil, e como vários temas ligados a susntentabilidade, meio ambiente e aquecimento global foram tratados, convocando principalmente as crianças e jovens a serem os agentes da mudança e preservação do planeta.

Uma parte do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje encontrei esse vídeo bacana feito por uma criança. O pequeno reporter entrevistou o Cesar Maia.</p>
<p style="text-align: justify;">O que achei interessante foi a linguagem fácil, e como vários temas ligados a susntentabilidade, meio ambiente e aquecimento global foram tratados, convocando principalmente as crianças e jovens a serem os agentes da mudança e preservação do planeta.</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sbtHwurZzP4" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/sbtHwurZzP4"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Uma parte do vídeo me chamou atenção, quando o Cesar Maia falou que as mudanças climáticas podem ocasionar terremotos. Fui pesquisar e encontrei a transcrição que ponho abaixo e que foi publicada na Revista <a href="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/aquecimento_global_pode_provocar_terremotos_deslizamentos_de_terra_e_erupcoes_de_vulcoes.html">Scientific America</a> que dá embasamento a fala do político.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span>&#8220;A edição especial da <em>Philosophical  Transactions of the Royal Society</em> do dia 28 de maio levanta a  discussão sobre como alterações climáticas podem induzir erupções  vulcânicas e outros riscos geológicos, como terremotos e deslizamentos  de terra. Entre os problemas que os estudos relacionam com o aquecimento  global estão: derretimento dos picos das montanhas, aumento das  atividades sísmicas diluindo os depósitos de gelo e aliviando a pressão  em algumas partes do mundo e aumentando em outras, e produção de magma  sendo impulsionada por mudanças de pressão nos vulcões subglaciais, como  os da Islândia.&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Bacana a atitude do Cesar Maia ao tratar de temas tão importantes com linguagem que aproxima jovens e crianças da importância de se preservar o planeta. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Aproveitamos para parabenizar a criança que sabiamente conduziu a entrevista. Que mais crianças se transformem em mutiplicadores do conhecimento e ajudem a salvar o planeta.<br />
</span></p>
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		<title>A insensatez do Gov do Brasil em Belo Monte</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 15:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje, vamos reproduzir trechos aqui, do excelente texto de Leonardo Boff que foi veiculado no Blog do Noblat .
Texto esse, que mostra como o governo brasileiro tem encarrado com desrespeito a questão ambiental e de planejamento deste país, que envolve muito além de pura análises ecológicas, mas que traz prejuizos para populações que vivem no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Hoje, vamos reproduzir trechos aqui, do excelente texto de Leonardo Boff que foi veiculado no <a href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/03/01/belo-monte-volta-triunfante-da-ditadura-militar-268666.asp">Blog do Noblat</a> .</p>
<p align="justify">Texto esse, que mostra como o governo brasileiro tem encarrado com desrespeito a questão ambiental e de planejamento deste país, que envolve muito além de pura análises ecológicas, mas que traz prejuizos para populações que vivem no entorno de Belo Monte, principalmente os povos indígenas, e não leva em conta os efeitos da devastação que essa usina hidroelétrica vai gerar, já que o planeta passa por mudanças e a natureza vem reagindo com catastrofes (secas, calor e chuvas em excesso, e enchetes)</p>
<p align="justify">“O Governo Lula possui méritos inegáveis na questão social. Mas na questão ambiental é de uma inconsciência e de um atraso palmar.</p>
<p align="justify">Ao analisar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) temos a impressão de sermos devolvidos ao século XIX.</p>
<p align="justify">É a mesma mentalidade que vê a natureza como mera reserva de recursos, base para alavancar projetos faraônicos, levados avante a ferro e fogo, dentro de um modelo de crescimento ultrapassado que favorece as grandes empresas à custa da depredação da natureza e da criação de muita pobreza.”</p>
<p><span id="more-1959"></span></p>
<p align="justify">Seguem outros trechos marcantes do texto do teólogo Leonardo Boff:</p>
<p align="justify">“Impera a lógica autoritária; primeiro decide-se depois se convoca a audiência pública. Pois é exatamente isto que está ocorrendo com o projeto da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu no Estado do Pará.</p>
<p align="justify">Tudo está sendo levado aos trambolhões, atropelando processos, ocultando o importante parecer 114/09 de dezembro de 2009, emitido pelo IBAMA (órgão que cuida das questões ambientais) contrário à construção da usina, a opinião da maioria dos ambientalistas nacionais e internacionais que dizem ser este projeto um grave equívoco com consequências ambientais imprevisíveis.</p>
<p align="justify">O Ministério Público Federal que encaminhou processos de embargo, eventualmente levando a questão a foros internacionais, sofreu coação da Advocacia Geral da União (AGU), com o apoio público do Presidente, de processar os procuradores e promotores destas ações por abuso de poder.”</p>
<p align="justify">“Neste projeto tudo é megalômano: inundação de 51.600 ha de floresta, com um espelho d&#8217;água de 516 km2, desvio do rio com a construção de dois canais de 500m de largura e 30 km de comprimento, deixando 100 km de leito seco, submergindo a parte mais bela do Xingu, a Volta Grande e um terço de Altamira, com um custo entre 17 e 30 bilhões de reais, desalojando cerca de 20 mil pessoas e atraindo para as obras cerca de 80 mil trabalhadores para produzir 11.233 MW de energia no tempo das cheias (4 meses) e somente 4 mil MW no resto do ano, para por fim, transportá-la até 5 mil km de distância.</p>
<p align="justify">Esse gigantismo, típico de mentes tecnocráticas, beira a insensatez, pois, dada a crise ambiental global, todos recomendam obras menores, valorizando matrizes energéticas alternativas, baseadas na água, no vento, no sol e na biomassa.”</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Biodiversidade nas alturas</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 12:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[ A região do Himalaia ocupou recentemente as manchetes dos jornais pois os cientistas constataram que a mesma vem sendo ameaçada pelos efeitos do aquecimento global. Com a aceleração do degelo do gelo eterno que ocupa boa parte das montanhas da cadeia rochosa.
Porém, uma boa notícia chega essa semana do Himalaia, não se trata ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/08/himalaia1.jpg"><img style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; border-right-width: 0px" title="himalaia1" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/08/himalaia1_thumb.jpg" border="0" alt="himalaia1" width="244" height="184" align="left" /></a> A região do Himalaia ocupou recentemente as manchetes dos jornais pois os cientistas constataram que a mesma vem sendo ameaçada pelos efeitos do aquecimento global. Com a aceleração do degelo do gelo eterno que ocupa boa parte das montanhas da cadeia rochosa.</p>
<p align="justify">Porém, uma boa notícia chega essa semana do Himalaia, não se trata ainda da diminuição do degelo, ou que as mudanças climaticas não estão mais afetando as montanhas.</p>
<p><span id="more-1465"></span></p>
<p align="justify">A noticias que chamaram atenção da imprensa mundial e que foi divulgada no relatório do WWF chamado de “Himalaia Oriental”, dão conta da descoberta de mais de 350 novas espécies.</p>
<p align="justify">As pesquisas foram feitas durante uma década em partes remota das cadeias de mont<a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/08/6674.jpg"><img style="display: inline; margin-left: 0px; margin-right: 0px" title="6674" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/08/6674_thumb.jpg" border="0" alt="6674" width="158" height="132" align="right" /></a>anhas que compõe o Himalaia, a pesquisa visava observar os feitos do clima nas montanhas, mas acabou por descobrir uma natureza escondida.</p>
<p align="justify">As novas descobertas científicas, surgem trazendo novas espécies que se juntam aos tigres de bengala, e a mais de 10 mil espécies de plantas e animais que vivem na região.</p>
<p align="justify">Destaque para o sapo fluorescente que usa suas patas ligadas para voar e o menor veado do mundo.</p>
<p align="justify">Fotos: Himalaia &#8211; <a href="http://paxprofundis.org/livros/simbolosalegorias/himalaia1.jpg">PaxProfundis</a> / Rhacophorus suffry &#8211; <a href="http://calphotos.berkeley.edu/imgs/128x192/1111_1111/1111/6674.jpeg">CalPhotos</a></p>
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		<title>S&#233;rie Mata Atl&#226;ntica</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 22:40:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O Eco Briefings traz nessa semana um vídeo produzido pela TVTEM e vinculado pela GloboNews que faa sobre a Mata Atlântica.
O vídeo mostra algumas iniciativas em prol da preervação, as ameaças e toda a temática que envolve este bioma tão importante.

Assistam a Série Mata Atlântica.

Foto: Mata Atlântica Sonia
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/08/granja013ig.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" title="granja013ig" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/08/granja013ig_thumb.jpg" border="0" alt="granja013ig" width="244" height="191" align="left" /></a> O Eco Briefings traz nessa semana um vídeo produzido pela TVTEM e vinculado pela GloboNews que faa sobre a Mata Atlântica.</p>
<p align="justify">O vídeo mostra algumas iniciativas em prol da preervação, as ameaças e toda a temática que envolve este bioma tão importante.</p>
<p><span id="more-1438"></span></p>
<p align="justify">Assistam a Série Mata Atlântica.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/hwbnaT2O9EA" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/hwbnaT2O9EA"></embed></object></p>
<p>Foto: Mata Atlântica <a href="http://soniasmsp.spaces.live.com/blog/cns!B0981513AD72D0A4!1475.entry">Sonia</a></p>
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		<title>Shiitake: pode ser uma op&#231;&#227;o contra o H1n1</title>
		<link>http://ecobriefings.com/2009/08/03/shiitake-boa-opo-contra-o-h1n1/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 11:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[André Delacerda]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo Moura]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Bernardo Moura
 Em tempos de gripe suína, o vírus H1N1 pode ser combatido por agentes naturais. E esta é uma boa maneira de se precaver, enquanto o remédio feito em laboratório não chega. O cogumelo shiitake é um deles.
O cogumelo conhecido como &#8220;elixir da vida&#8221; faz parte da medicina oriental há muito tempo. Era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Por Bernardo Moura</p>
<p align="justify"><a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/08/cog_shitake.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" title="cog_shitake" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/08/cog_shitake_thumb.jpg" border="0" alt="cog_shitake" width="244" height="212" align="left" /></a> Em tempos de gripe suína, o vírus H1N1 pode ser combatido por agentes naturais. E esta é uma boa maneira de se precaver, enquanto o remédio feito em laboratório não chega. O cogumelo shiitake é um deles.</p>
<p align="justify">O cogumelo conhecido como &#8220;elixir da vida&#8221; faz parte da medicina oriental há muito tempo. Era utilizado no combate as doenças e como um poderoso afrodisíaco.</p>
<p align="justify">No Japão, o Shiitake é cultivado em carvalhos e castanheiras. No Brasil, seu desenvolvimento começou a partir da década de 80, nas toras de madeira do Eucalipto. Atualmente, existem verdadeiras escolas que ensinam como cultivar o fungo. Pois há vários tipos deles: nos troncos das árvores, nos cortes das mesmas, da inoculação, colonização etc.</p>
<p><span id="more-1421"></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">O Lentinus edodis é um fungo filamentoso, cujo ciclo reprodutivo é muito simples. Sua multiplicação se dá através de hifas ou esporos. Contém um elevado potencial de biodegradação, cuja esta produz uma &#8220;podridão branca&#8221;, sendo a liginina a principal responsável.</p>
<p align="justify">No shiitake desidratado, contém aproximadamente 26% de proteína, entre  0,45% e 0,72% de lipídios, 67% de carb<a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/08/92884_1.jpg"><img title="92884_1" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/08/92884_1_thumb.jpg" border="0" alt="92884_1" width="118" height="244" align="right" /></a>oidratos. E mais: sais minerais, vitaminas B2 e C e ergosterol.</p>
<p align="justify">Apesar disso, os estudos deste tipo de fungo não foram cessados. A Fungitec, empresa vinculada à Incubadora de Empresas de Base Tecnológica-CENTEV e à Universidade Federal de Viçosa é uma delas. Lá, eles estudam as propriedades funcionais do shiitake.</p>
<p align="justify">O estudante de doutorado, Wilton Cardoso, faz parte da Fungitec. Segundo ele, o Lentinum edodis está ligado às cadeias de betaglucana, que potencializam o sistema imunológico:</p>
<p align="justify">- Eles deixam nosso corpo mais forte para combater as doenças. Assim, pessoas que consomem cogumelos tem menos acessos de gripes e resfriados, eu por exemplo, sou um caso deste, não pego qualquer gripe há anos. &#8211; afirma.</p>
<p align="justify">A produção brasileira de cogumelos ainda é pequena. Mas se espalhou por todas as classes e nos supermercados, graças ao champignon, modelo fácil de ser encontrado. Portanto, os fungos, para quem gosta, são mais uma opção no combate de doenças.</p>
<p align="justify">Obs.: Tendo sintomas de gripe H1N1 é aconselhavel procurar um médico.</p>
<p align="justify">Fontes: cogumelo 1 &#8211; <a href="http://quentalbiologico.files.wordpress.com/2009/02/cog_shitake.jpg">Quental Biológico</a> / cogulemo 2 &#8211; <a href="http://images.quebarato.com.br/photos/big/8/4/92884_1.jpg">Que barato</a></p>
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		<title>DNA da Mata Atl&#226;ntica</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 16:20:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[dna]]></category>
		<category><![CDATA[mata atlântica]]></category>

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		<description><![CDATA[ Uma teoria que se baseia em modificações genéticas, começa a explicar o porque de o bioma Mata Atlântica possuir uma grande biodiversidade. O que se levanta nesta teoria é a existência de “fábricas de espécies”, locais restritos no litoral sudeste do Brasil que serviram de refúgio e berçário para a diversificações das espécies que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/07/Dep_Genetica.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" title="Dep_Genetica" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/07/Dep_Genetica_thumb.jpg" border="0" alt="Dep_Genetica" width="244" height="184" align="left" /></a> Uma teoria que se baseia em modificações genéticas, começa a explicar o porque de o bioma Mata Atlântica possuir uma grande biodiversidade. O que se levanta nesta teoria é a existência de “fábricas de espécies”, locais restritos no litoral sudeste do Brasil que serviram de refúgio e berçário para a diversificações das espécies que habitam este ecossistema, durante 12 milhões de anos.</p>
<p align="justify">Segundo a ecóloga Cinthia Brasileiro que faz parte de um grupo de pesquisadores da Unifesp – Universidade Federal de São Paulo – nesta pesquisa. Provavelmente devem ter existido cinco destes refúgios no litoral brasileiro. Sendo um deles no Sul da Bahia.</p>
<p><span id="more-1274"></span></p>
<p align="justify">Em entrevista a Folha, a pesquisadora afirma que existe a possibilidade de existirem uma multiplicidade de refúgios dessas espécies.</p>
<p align="justify">&#8220;Não significa que eram cinco grandes refúgios. Cada uma das regiões tinha várias dessas áreas. &#8220;Elas &#8211; as áreas- existiram mais ou menos da mesma forma por milhões de anos.&#8221; <a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/07/desmatou_e_seu_12.jpg"><img title="desmatou_e_seu_12" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/07/desmatou_e_seu_12_thumb.jpg" border="0" alt="desmatou_e_seu_12" width="244" height="184" align="right" /></a></p>
<p align="justify">Uma característica desses refúgio, é que os mesmo não sofreram influencias do meio externo, e nem de ações climáticas como secas, épocas de frio e elevação dos oceanos. O que explicaria a capacidade multiplicatória da biodiversidade nestes locais.</p>
<p align="justify">Assim, um dos agentes mais importante neste vetor de multiplicações das espécies nos refígios foi o clima.</p>
<p align="justify">Estando favorável ele estimula o surgimento de novas espécies da fauna e flora, além da diversificação das populações de uma mesma espécie. Com essa evolução e diferenciação das espécies ocorrendo, certamente estes organismos passam a desbravar as fronteiras dos refúgios, colonizando as outras partes da floresta, que também começam a se beneficiar da estabilidade ajudada pelo clima.</p>
<p align="justify">A teoria defende também que a colonização e geração de espécies não ocorreu no norte do país para o sul, mas sim em áreas multiplas. Que essa origem das espécies da mata atlântica ocorreu de forma diferenciada, explicando assim, a ampla biodiversidade encontrada no bioma.</p>
<p align="justify"><a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/07/anf_sob_00_0g.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" title="anf_sob_00_0g" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2009/07/anf_sob_00_0g_thumb.jpg" border="0" alt="anf_sob_00_0g" width="244" height="244" align="left" /></a> Para ilustrar a pesquisa, foram utilizadas as análises do DNA de duas espécies de rãs, através de uma amostra com 137 indivíduos. Após a comparação das mesmas, observou-se que existiam diferenças nesta mesma espécies de anfíbios.</p>
<p align="justify">Ainda de acordo com Cinthia Brasileiro:</p>
<p align="justify">&#8220;Esse é apenas um estudo de filogeografia &#8211; o mapeamento das diversidades genéticas de uma espécie ao longo do tempo &#8211; que corrobora a ideia dos refúgios para toda a mata atlântica&#8221;.</p>
<p align="justify">Ela completa Há outros estudos em andamento procurando confirmar a hipótese, alguns deles com dados coletados nas ilhas do litoral paulista.</p>
<p align="justify">Ela finaliza explicando, que outro exemplo de “refúgios” geradores de espécies são algumas ilhas, que separadas pelo mar, acabaram criando espécies diferenciadas.</p>
<p>Fotos: DNA – <a href="http://www.insa.pt/sites/INSA/SiteCollectionImages/Dep_Genetica.jpg">INSA</a> / floresta &#8211; <a href="http://api.ning.com/files/R8JAP8Y9CDdXpmvwe0ckbC6O8kpQXKlccWPqQkIl9Y5fJ*VEmZ*yFlpR8UhWXAb4E8lJ35IofwTJDA3lY9J1G8L3VJcUUZ0n/desmatou_e_seu_12.jpg">Banco do Planeta</a> / anfíbios da mata atlântica &#8211; <a href="http://www.ra-bugio.org.br/images/anfibios/anf_sob_00_0g.jpg">Ra-bugio</a></p>
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