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	<title>Ecobriefings &#187; clima</title>
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		<title>Pequeno Reporter em Save the Earth</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 02:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Cesar Maia]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje encontrei esse vídeo bacana feito por uma criança. O pequeno reporter entrevistou o Cesar Maia.
O que achei interessante foi a linguagem fácil, e como vários temas ligados a susntentabilidade, meio ambiente e aquecimento global foram tratados, convocando principalmente as crianças e jovens a serem os agentes da mudança e preservação do planeta.

Uma parte do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje encontrei esse vídeo bacana feito por uma criança. O pequeno reporter entrevistou o Cesar Maia.</p>
<p style="text-align: justify;">O que achei interessante foi a linguagem fácil, e como vários temas ligados a susntentabilidade, meio ambiente e aquecimento global foram tratados, convocando principalmente as crianças e jovens a serem os agentes da mudança e preservação do planeta.</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sbtHwurZzP4" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/sbtHwurZzP4"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Uma parte do vídeo me chamou atenção, quando o Cesar Maia falou que as mudanças climáticas podem ocasionar terremotos. Fui pesquisar e encontrei a transcrição que ponho abaixo e que foi publicada na Revista <a href="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/aquecimento_global_pode_provocar_terremotos_deslizamentos_de_terra_e_erupcoes_de_vulcoes.html">Scientific America</a> que dá embasamento a fala do político.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span>&#8220;A edição especial da <em>Philosophical  Transactions of the Royal Society</em> do dia 28 de maio levanta a  discussão sobre como alterações climáticas podem induzir erupções  vulcânicas e outros riscos geológicos, como terremotos e deslizamentos  de terra. Entre os problemas que os estudos relacionam com o aquecimento  global estão: derretimento dos picos das montanhas, aumento das  atividades sísmicas diluindo os depósitos de gelo e aliviando a pressão  em algumas partes do mundo e aumentando em outras, e produção de magma  sendo impulsionada por mudanças de pressão nos vulcões subglaciais, como  os da Islândia.&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Bacana a atitude do Cesar Maia ao tratar de temas tão importantes com linguagem que aproxima jovens e crianças da importância de se preservar o planeta. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Aproveitamos para parabenizar a criança que sabiamente conduziu a entrevista. Que mais crianças se transformem em mutiplicadores do conhecimento e ajudem a salvar o planeta.<br />
</span></p>
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		<title>Anita&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 14:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Por André Delacerda
Resolvi começar esse post com essa imagem. Gostaria que nossos leitores prestassem bem atenção na movimentação destas. Em seguida respondam a pergunta que formulamos.
O que vocês acham que é isso? Em que país ocorreu?
Primeira conclusão, não foi no Rio de Janeiro. No decorrer deste post explicamos, mas já adiantamos que há uma relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/04/20100310_038_ciclone_intensificando_animacao.gif"><img style="display: inline" title="20100310_038_ciclone_intensificando_animacao" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/04/20100310_038_ciclone_intensificando_animacao_thumb.gif" alt="20100310_038_ciclone_intensificando_animacao" width="240" height="180" /></a></p>
<p align="justify"><em>Por André Delacerda</em></p>
<p align="justify">Resolvi começar esse post com essa imagem. Gostaria que nossos leitores prestassem bem atenção na movimentação destas. Em seguida respondam a pergunta que formulamos.</p>
<p align="justify">O que vocês acham que é isso? Em que país ocorreu?</p>
<p align="justify">Primeira conclusão, não foi no Rio de Janeiro. No decorrer deste post explicamos, mas já adiantamos que há uma relação de temas entre as duas tempestades.</p>
<p align="justify">Bem, depois da tempestade que acabou gerando aquela catastrofe da semana passada (<em>primeira semana de abril 2010</em>) na região metropolitana do Rio. Voltamos aqui, a discutir sobre a necessidade de o Brasil ter uma Defesa Civil mais bem preparada, e um Centro Gestor de Catastrofes. Na verdade eu gostaria de dizer, Centro para antever e gerenciar eventos extremos do Clima. Pois, mais interessante é acompanhar as informações que a metereologia envia, saber interpretá-las e planejar ações que culminem com a preservação de vidas, horas antes que o evento ocorra.</p>
<p><span id="more-2009"></span></p>
<p align="justify">Em 2004 tivemos o Furacão Catarina no litoral Sul do Brasil, e o que ele gerou? Destruição de áreas urbanas, mortes, e prejuízos particulares e públicos. Quem alertou sobre o Catarina? Epecialistas americanos que o perceberam nas imagens de satélite. Nossos especialistas até se mostraram céticos quando avisados, mais cético foi o comportamento do governo brasileiro diante do fato. Não tomou uma ação responsável, e não emitiu o alerta para que a população não fosse pega de surpresa.</p>
<p align="justify">Agora, vamos explicar aquela imagem de satélite acima:</p>
<p align="justify">“<em>A tempestade tropical Anita, que passou entre os dias 9 e 10 de março  de 2010 pelo litoral de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, é a segunda do tipo a ser registrada na costa do Atlântico Sul nas Américas</em>.” (<a href="http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/7895">Jornal Comunicação</a>).</p>
<p align="justify">“<em>A ocorrência do furacão Anita se soma à do furacão Catarina ocorrido em 2004. “Se anteriormente a gente tinha apenas um evento excepcional, agora temos dois pra contar num intervalo relativamente curto de tempo” avalia Martins sobre o que significa este tipo de tempestade na região. Na área não há nenhuma central de acompanhamento de furacões, a ponto de o acompanhamento do Anita ter sido feito pela Marinha norte-americana e pelo centro nacional de furacões dos Estados Unidos</em>.” (<a href="http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/7895" target="_blank">Jornal Comunicação</a>)</p>
<p align="justify">Depois da leitura acima, chego ao ponto da Defesa Civil e sobre o Centro de Gestão que sugeri. Observem no texto acima que o meteorologista do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), Marcelo Martins, diz:</p>
<p align="justify">“(…) <em>Anita ter sido alertado pela Marinha norte-americana e pelo centro nacional de furacões dos Estados Unidos</em>.”</p>
<p align="justify">Isso mesmo, é a segunda vez que os americanos que são especialistas neste tipo de evento climático, nos alertam. E o que faz as autoridades brasileiras? Nada, chegam atrasadas, liberam verbas que devriam ser liberadas para anterver, e não para tapar o sol com a peneira, logo após os desastres.</p>
<p align="justify">Já não seria hora de nosso país começar a implantar um centro de estudos no Sul do Brasil para monitoramento e estudo de furacões? Será que dois eventos como o Catarina e o Anita já não são um importante sinal para que isso seja feito?</p>
<p align="justify">E qual a relação desses eventos com o ocorrido no Rio de Janeiro? Simples. O clima se modifica de forma agressiva e provoca uma tragédia com mais de 200 mortes. A cidade recebeu alertas de chuva intensa. Mas talvez não soube interpretar o que ocorreria, não anteveio ao acidente, evacuando as pessoas, informando possíveis locais de acidentes.</p>
<p align="justify">O Rio será sede uma Olimpiada em 2016, será palco de jogos importantes na Copa de 2014. Mas não parou ainda para pensar em uma Defesa Civil que trabalhe para antever as tragédias. Pois, a Defesa Civil que temos, trabalha bravamente, mas não tem estrutura para interpretar e coordenar uma evacuação.</p>
<p align="justify">Imaginem, se um Furacão como o Catarina e o Anita ocorre aqui?</p>
<p align="justify">Observem, essa tempestade que ocorreu no Rio de Janeiro, provocou em certas áreas, índices pluviométricos em torno de 330 milimentros em um único dia. Vocês sabiam que isso é tempestade de furacão?</p>
<p align="justify">O Brasil a partir deste eventos, tem que buscar aprender com as experiência do Japão, e dos Estados Unidos, mesmo este último, tendo enfretado problemas com a tempestade Katrina em Nova Orleans.</p>
<p align="justify">É urgente o debate com participação da sociedade, cientistas, de parlamentares, e de órgãos governamentais.</p>
<p align="justify">Deixo vocês com o Programa Canal Livre de ontem (11/05/2010), onde foi discutido amplamente sobre essa temática. Inclusive com a participação do especialista em clima, Luiz Carlos Molion.</p>
<p align="justify"><a href="http://www.band.com.br/canallivre/videos.asp">Programa Canal Livre</a> sobre as catastrofes climáticas no Brasil.</p>
<p align="justify">Imagens: Anita &#8211; <a href="http://www.atmet.com.br/twitter/2010/03/anita.htm">Atmosfera Metereologia</a></p>
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		<title>Cobaia do Aquecimento Global</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 09:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por André Delacerda
São 05:00 hs da manhã de quinta-feira, dia 8 de abril de 2010, em meio a uma insônia intensificada por uma rinite alérgica, certamente provocada pelas mudanças climáticas bruscas que estamos vivendo nas últimas semanas no Rio de Janeiro.
Nesta madrugada, parei e comecei a conjecturar; se esta cidade, nos últimos tempos não se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Por André Delacerda</p>
<p align="justify">São 05:00 hs da manhã de quinta-feira, dia 8 de abril de 2010, em meio a uma insônia intensificada por uma rinite alérgica, certamente provocada pelas mudanças climáticas bruscas que estamos vivendo nas últimas semanas no Rio de Janeiro.</p>
<p align="justify">Nesta madrugada, parei e comecei a conjecturar; se esta cidade, nos últimos tempos não se transformou em uma cobaia do Aquecimento Global.</p>
<p align="justify">Muita gente é cética quanto ao aquecimento global, alguns cientistas dizem que não se pode provar que ele vá acontecer. Mas, falam que certamente devem haver mudanças no clima, com secas mais prolongadas, e chuvas intensas.</p>
<p align="justify">As previsões mais agressivas do Aquecimento Global certamente se faziam para o final deste século, porém, parece que estas resolveram se antencipar e se materializar neste início de ano (2010). E a cidade do Rio de Janeiro, que tem o título de “Cidade Maravilhosa” virou a cobaia da vez, ou melhor um aviso, um sinal da natureza, dizendo “se vocês não acreditam, não se preparam, as mudanças estão aí”.</p>
<p><span id="more-1990"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro as coisas começaram com um verão talvez atípico, depois do dia 31 de dezembro de 2009 a cidade começou a ser castigada por temperaturas acima dos 41º C, e sensação térmica batendo a casa dos 50 graus. Tivemos um dia, que os especialistas classificaram  a temperatura da cidade do Rio de Janeiro como a segunda mais quente do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 20 de janeiro, comprova-se um evento atípico, em meio a onda de calor. As as imagens de satélite do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec-Inpe) indicavam que a temperatura do mar carioca passava dos <a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/01/20/temperatura-da-agua-esta-pelo-menos-8-graus-acima-do-normal-para-verao-915660920.asp">26 graus</a>, cerca de oito graus acima do esperado para este período.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 10 de fevereiro a sensação térmica fez da cidade do Rio de Janeiro o segundo lugar mais quente do mundo, de acordo com a OMM (Organização Meteorológica Mundial), só perdendo apenas para a cidade de Ada, em Gana, na África, que habitualmente tem esse tipo de <a href="http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/rio-e-o-segundo-lugar-mais-quente-do-mundo-20100210.html">temperatura</a>. De acordo com o Inmet a onda que calor que atingiu a cidade no último mês de fevereiro foi a maior dos últimos 50 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pude ver <em>in loco</em>, a noite temperaturas na orla da cidade, batendo a casa dos 34º C, isso às 23:30 hs. A cidade que foi considerada em 2009, “A mais feliz do mundo”, segundo ranking da <a href="http://www.forbes.com/2009/09/02/worlds-happiest-cities-lifestyle-cities.html">Forbes</a>, e que tanto ama o sol, as praias, certamente vivenciou esse clima inóspito.</p>
<p style="text-align: justify;">No final do mês de fevereiro, ocorre algo que não acontecia há cerca de 7 anos ou mais, na cidade, a mortandade de peixes volta a acontecer na Lagoa Rodrigo de Freitas. As autoridades, se desencontram nas explicações ao fenômeno. Inicialmente falava-se em somente em <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,tres-toneladas-de-peixes-morrem-na-lagoa-rodrigo-de-freitas,516760,0.htm">3 toneladas</a> de peixes mortos naquele ecossistema que estava em plena recuperação, mas no passar dos dias, a mortandade chegou a <a href="http://mais.uol.com.br/view/99at89ajv6h1/lagoa-rodrigo-de-freitas-tem-quase-80-t-de-peixes-mortos-0402193964E0A95326?types=A&amp;">80 toneladas</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Março passou ainda com fortes temperaturas, o clima ameaçando mudar, chuvas de verão, na verdade tempestades rápidas, mas que já ensaiavam o que poderia acontecer com a cidade, ocorrendo. E no dia 14 de março deste mesmo ano, ocorre uma tempestade, e em menos de 6 horas de chuva, um recorde,  <a href="http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/3/715_raios_em_6h_de_tempestade_69503.html">715 reais</a> cairam sobre a cidade do Rio de Janeiro, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).  Um aumento de 157,2% em relação ao mesmo período de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">E chegamos ao mês de abril de 2010, com o que muitos consideram o nosso Katrina, ou, o filme 2012, certamente reduzindo-se as proporções. E quais semelhanças tem-se com estes dois fatos, um real acontecido em Nova Orlenas nos Estados Unidos, e o outro ficção das telas de Hollywood? A resposta é simples: a cidade ficou quase que completamente embaixo da água, a população se viu <a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/04/07/chuvas-no-rio-moradores-de-vargem-grande-estao-ilhados-916277468.asp">ilhada</a>. Locais onde jamais se imaginava que alagariam <a href="http://noticias.r7.com/videos/lagoa-rodrigo-de-freitas-transborda-e-alaga-ruas-no-rio/idmedia/4dde844b6fcb8546d6b2b4d47593a46e.html">ficaram submersos</a>. Regiões da cidade <a href="http://oglobo.globo.com/rio/fotogaleria/2010/11393/">ficaram isoladas</a>, mais de 6 milhões de pessoas ficaram reféns do clima. No dia 6 de abril, a cidade literalmente parou. Ironia do destino, a Zona Sul que possui a melhor infra-estrutura da cidade inundou; regiões como a Barra da Tijuca, ficaram quase isoladas, pois a maioria dos acessos ao bairro, Av Niemeyer, Estrada Grajaú-Jacarepaguá, Grota Funda tiveram suas vias interrompidas, o Centro da cidade teve algumas de suas importantes vias transformadas em um verdadeiro mar; as escontas de muitos morros cederam. Importantes equipamentos esportivos, como o estádio do <a href="http://www.lancenet.com.br/noticias/10-04-06/730630.stm">Maracanã</a> e o ginásio do Maracananzinho, que serão utilizados na Copa de 2014 e na Olimpiada de 2016, alagaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos no dia 8 de abril e cerca de 150 pessoas morreram, segundo os jornais; vítimas do temporal que abateu a zona metropolitana do Rio, principalmente, a capital do Estado. Partes ricas e pobres da cidade foram atingidas, a infra-estrutura local não aguentou a prova do que talvez seja um prenúncio dos próximos anos, com calor excessivo, chuvas fortes e mais intensas ocorrendo em um curto espaço de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">E para finalizar,  este evento climático que colocou de joelhos a cidade do Rio de Janeiro; espero que não aconteça mais nada tão grave, e de surpresa. Os oceanógrafos, avisam, chegará hoje a cidade uma ressaca novamente atípica, com previsões de ondas de <a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/04/07/depois-do-temporal-ressaca-ondas-de-ate-5-metros-podem-quebrar-no-rio-916277569.asp">5 metros</a>, o que não é normalmente comum na cidade, inclusive espera-se que devido as proporções as ondas alcacem a Baía de Guanabara, o que pode dificultar a navegação entre as cidade do Rio de Janeiro e Niteroi.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente este início do ano de 2010, soa como um aviso, não passamos no teste, as mudanças climáticas parecem que chegaram em definitivo, e provaram sua força na cidade do rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando será que as autoridades, especialistas e a população, irão se conscientizar do que está ocorrendo, e começar a planejar o futuro? Pois, ele acabou de se refletir neste momento em na <a href="http://blogs.estadao.com.br/olhar-sobre-o-mundo/drama-no-rio/">tragédia carioca</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Rio e o Aquecimento Global Part I</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 11:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou postando aqui, uma reportagem que fiz em 2008 com então presidente do IPP – Instituto Pereira Passos, Dr. Sérgio Besserman.
Por André Delacerda.
Na primeira parte da entrevista, o presidente do IPP, Sergio Besserman, fez uma breve explicação sobre o Instituto Pereira Passos, os principais projetos em andamento. Besserman, também nos contou como foi iniciado na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Estou postando aqui, uma reportagem que fiz em 2008 com então presidente do IPP – Instituto Pereira Passos, Dr. Sérgio Besserman.</p>
<p><em>Por André Delacerda.</em></p>
<p align="justify">Na primeira parte da entrevista, o presidente do IPP, Sergio Besserman, fez uma breve explicação sobre o Instituto Pereira Passos, os principais projetos em andamento. Besserman, também nos contou como foi iniciado na causa ambiental, e o seu interesse pelos estudos científicos sobre o assunto, que culminam em ações da sua gestão a frente do IPP. Ele enaltece também o fato de o Rio ser uma cidade de destaque internacional nas questões ambientais. E começa a falar das ações conjuntas entre os vários órgãos municipais, na busca de soluções para o <em>Aquecimento Global</em>.</p>
<p align="justify">Nesta segunda parte da entrevista Besserman, que compõe a série de reportagens <em>O Rio e o Aquecimento Global</em>. É a vez de se falar sobre o Protocolo do Rio, os ganhos que a cidade tem em estabelece-lo.</p>
<p align="justify">O presidente do IPP vai mais além, aguçando o interesse dos nossos leitores, com importantes explicações científicas sobre o degelo nos pólos. Ele também, faz revelações sobre as áreas da cidade que podem sofre danos com o aumento da elevação dos oceanos. Cometa os principais assuntos discutidos no Seminário Rio Próximos 100 anos. E fala do papel da sociedade carioca, neste tema tão importante para a sobrevivência do Planeta.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – O que consiste o Protocolo do Rio?<br />
</strong>Sergio Besserman – A mudança global do clima afetará todos os aspectos da vida das cidades do planeta neste século. As questões urbanas, aliadas aos fatores de produtividade, redução de pobreza, mobilidade, qualidade de vida e características das construções, passarão a ter respostas consistentes apenas no contexto dessa luta contra o aquecimento global e a elevação do nível do mar.</p>
<p align="justify">Nessa realidade, o Rio de Janeiro tem um lugar especial entre as grandes cidades do mundo. Para a população carioca, a mais escolarizada das capitais brasileiras, as questões ambientais são fundamentais em seu dia-a-dia porque sofrerá os impactos decorrentes da elevação do nível do mar devido ao fato de ser uma cidade com extensa faixa litorânea.<span id="more-1987"></span></p>
<p align="justify">Com essa preocupação, a prefeitura lançou o Protocolo do Rio, iniciativa do prefeito da cidade através de decreto e que tem como objetivo a conscientização e mobilização da sociedade sobre a gravidade da questão climática, além de propor soluções práticas para evitar os piores cenários divulgados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança de Clima (IPCC).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – Qual a importância de a cidade do Rio de Janeiro em estabelecer este protocolo?<br />
</strong>Sergio Besserman – Isto é uma importância política e simbólica da cidade se somar a luta de organizações da sociedade civil, empresas, governos variados no mundo, paises, estados e cidades, contra o aquecimento global, esse é um engajamento permanente. Fazemos parte hoje de uma rede de quarenta cidades, as maiores cidades do mundo na luta contra o <em>Aquecimento Global</em>. Há uma importância enorme nos trabalhos de planejamento, porque parece muito tempo, mas não é. Obras que estão sendo realizadas e principalmente o planejamento de obras e políticas públicas para os próximos 5, 10, 20 anos, se incorporar o aquecimento global, terá mudanças significativas. Certamente a cidade se preparar já com o planejamento de enorme importância. E favorecer também o exercício da cidadania cobrando dos governos, das empresas da cidade, das organizações, que a cidadania esteja em condições de acessar a informação do conhecimento a respeito e cobrar dos diversos atores econômicos e sociais um posicionamento.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – Tem sido veiculado nos grandes jornais mundiais que o derretimento das calotas polares está ocorrendo além do que os cientistas previam. Estima-se que estes efeitos já possam ser sentido já nas próximas décadas com uma elevação do volume das águas dos oceanos. O Rio sendo uma cidade litorânea deve sofrer as conseqüências desse desastre natural. Gostaríamos que o senhor falasse mais especificamente sobre o que IPP vem desenvolvendo, e quais soluções serão propostas para cidade, neste tema avanço das marés?</strong></p>
<p align="justify">Sergio Besserman – O <em>Intergovernamental Panel on Climate Change</em>, no seu último relatório publicado em fev de 2007, faz uma estimativa de elevação do nível do mar entre 20 e 60 cm, mais provável de 40 cm até o final do século. Entretanto essa estimativa que já exige muitos estudos. O mar já está subindo, sempre são níveis médios. Então é claro que em situação de ressaca, tempestade, mar cheia, lua cheia. Eventos comuns no Rio de Janeiro. O forçamento sobre a infra-estrutura da cidade vai muito além desse nível médio de elevação do nível do mar. Portanto mesmo nesta previsão do IPCC que é conservadora, já é fundamental começar a se preparar, e a planejar, obras, e muitos estudos sobre este tema. Mas até para aguçar a curiosidade cientifica dos nossos leitores, a ciência está extremamente preocupada e investigando, o que ocorrerá com os mantos de gelo da Groelândia e do leste do Pólo Sul Antártico. Porque na previsão do IPCC, conservadora repito. É considerado apenas a expansão térmica do oceano. Expansão do volume do oceano, por conta do aquecimento da água. Água quente ocupa mais volume, do que água em temperatura ambiente, e o derretimento linear das geleiras, incluindo ai os mantos de gelo. Pólo Norte não entra nessa conta porque ele já está boiando, então embora afete o clima, a economia de muitas formas, seu derretimento não eleva o nível do mar.</p>
<p align="justify">Já os mantos de gelo da Groelândia e do Pólo Sul, se tiverem um derretimento estritamente linear ligada ao aquecimento. Confirmarão a precisão do relatório passado pelo IPCC. Mas há uma dinâmica em terra desses mantos de gelo, muito complexa, pouco conhecida. Há rios, há lagos. A ciência está extremamente preocupada com, por exemplo, a lubrificação onde o gelo entra em contato com o solo a partir de água líquida, que pode acelerar o avanço das correntes de gelo em direção ao oceano. Da mesma maneira o colapso das plataformas que estão no mar é preocupante porque eles exercem uma resistência sobre essas correntes de gelo. Qualquer aceleração dessas correntes de gelo faz com que o cenário de elevação do nível do mar nos próximos cem anos, mas já na próxima década, se altere muito significativamente.</p>
<p align="justify">Iremos descobrir o que irá se passar nos próximos anos, três a dez anos. E vale a pena prestar muita atenção.</p>
<p align="justify">No caso do IPP, nos estudamos também um cenário de um metro e meio de elevação do nível do mar, sempre repetindo, um metro e meio na média. Portanto condições extremas, a uma pressão maior. E claro esse é um cenário mais preocupante do que o anterior.</p>
<p align="justify">No cenário 40 cm, de 60 cm, o Rio de Janeiro estar perfeitamente dotado, para planejar e executar as obras necessárias nas áreas mais críticas. No cenário de um metro e meio, não se trata de catástrofe, mas o planejamento e a quantidade de dinheiro que a cidade vai usar para se adaptar é muito expressivamente maior.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – A cidade em si tem uma elevação considerável acima do nível do mar?<br />
</strong>Sergio Besserman – O Rio de Janeiro. Vamos pegar um bom exemplo: Copacabana.</p>
<p align="justify">Embora seja uma cidade costeira, o fato é que no Rio de Janeiro em geral, as construções estão numa altitude considerável. Copacabana, é um bairro a beira mar, onde eu moro a 50 anos, as construções estão a um metro e meio. Mesmo uma elevação do nível do mar de 20 cm, o que ocorreria nas próximas décadas, já tem impacto sobre Copacabana. Será preciso estudar as correntes marinhas, verificar se vai necessários colocar areia, como já se faz regularmente na praia do Leblon, mas em condições de ressaca, maré cheia nós vamos ter uma forçamento na infra-estrutura urbana em Copacabana significativa.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – E naquela região da Lagoa Rodrigo de Freitas?<br />
</strong>Sergio Besserman – Lagoa, Praça da Bandeira, Baixada de Jacarepaguá, onde o lençol freático tende a pressionar. Copacabana não é atingida com um metro e meio, mas sempre lembrando, galerias de águas pluviais, rede de esgoto, garagens de prédios, e muitos outros, mesmo nos cenários mais otimistas sofrerão conseqüências.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – Eu estive lendo o material do IPP, e vocês fazem recomendações sobre construções na cidade. Vi algo falando sobre a Baixada de Jacarepaguá, onde vocês recomendam um tipo de construção já pensando em futuras alterações naturais.<br />
</strong>Sergio Besserman – Já construir levando-se em consideração o mapeamento sobre onde haverá maiores problemas e iniciar no caso de Jacarepaguá. Até para tranqüilizar todos os moradores de Jacarepaguá, não há necessidade a vista de obras, no horizonte de poucos anos, mas há necessidade segura de obras da rede de dragagem ou engenharia igualmente eficiente já no horizonte de 15 – 20 anos. Então é necessário planejar desde já.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – O Seminário Rio Próximos 100 anos, discutiu inúmeros temas relevantes para a cidade. Alguns deles já se tornaram projeto ou objeto de novos estudos?<br />
</strong>Sergio Besserman – Já. Nós estamos no século 21, onde o principal ativo é o conhecimento.</p>
<p align="justify">Há a falta de dados, para fazer um monitoramento adequado e até projetos, em diversas áreas. Então, entramos em contato com Academia, Governo Estadual, Governo Federal, empresas como a Petrobrás, tentando aumentar a produção dessas informações, construir series históricas. Há estudos a serem contratados no nível de detalhe maior, especificamente sobre a questão da elevação do nível do mar, há projeto da intensificação da arborização de maneira consistente, com urbanismo em diversos bairros, como São Cristóvão. Queremos também realizar estudos similares para Vila Isabel, outras áreas da Tijuca. Pretendemos iniciar estudos sobre impacto de arborização no microclima, de modo que a população possa também ser protegida pela elevação. Vamos lembrar que as árvores demoram um pouco para crescer. Então temos que começar desde já a pensar nesse tema. E todas as secretarias, saíram daqui com uma agenda. Então a Secretaria de Obras, a Secretaria de Saúde – tema bastante importante -, Secretaria de Educação. Podemos dizer que o Rio de Janeiro, deu esse passo extraordinário, que é seu corpo técnico levar em conta a realidade do Aquecimento Global, para praticamente qualquer projeto ou iniciativa nova que venha ser tomada.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – Voltando ao tema avanço das marés. As últimas ressacas do mês passado foram bem fortes, para não dizer atípicas. Muita gente teme que o mar possa invadir os calçadões da orla. É possível dizer que futuramente estes não sofrerão também alagamentos maiores? Quais as possíveis medidas para se reduzir os efeitos nessa área, caso ocorra esse desastre natural em maiores proporções?<br />
</strong>Sergio Besserman – Haverá um forçamento sim de toda essa infra-estrutura. As notícias ruins são duas. Uma, nós teremos eventos climáticos extremos mais freqüentes. O que significa no caso do Rio de Janeiro, mais chuvas fortes e talvez, sobre isso não há estudos, mais ressacas. Dois, com a elevação do nível do mar, esses eventos se tornam mais graves. No caso das ressacas certamente, mais graves forçando a infra-estrutura. No momento não é o caso, por uma razão de custo beneficio de nos precipitarmos com obras. Não há necessidade, a elevação do nível do mar é muito paulatina e é preferível estudar mais, conhecer mais, para sabermos exatamente qual é a natureza da engenharia adequada a cada realidade.</p>
<p align="justify">Mas é muito importante que a cidadania acompanhe até porque engenharia envolve dinheiro, e envolve alteração da realidade física, as vezes urbanística do local. Nós temos toda uma área costeira. E o planejamento futuro tem que incluir a preservação daquilo que é ativo econômico da cidade, como nossas praias mais famosas, daquilo que é importante para qualidade de vida da população. Nem todas as praias poderão ser salvas. Mas a engenharia adequada pode assegurar. Você pode fazer barreiras, como as do Aterro do Flamengo e garantir áreas de lazer, até aumentar as áreas de lazer existentes. Não há muito mistério também, onde já inunda vai inundar mais. Portanto os pontos críticos onde hoje já ocorre quando há um evento climático extremo, já ocorrem problemas. São aqueles pontos onde nos devemos nos debruçar. Isso também pode afetar vias de transporte importante para a cidade. Mas também outras preocupações como um dos nossos ecossistemas… O ecossistema da cidade que mais sofre é o manguezais da Zona Oeste, é preciso considerar que planejamento será feito, dado que além das pressões antrópicas – ocupação – se trata de litoral valorizado. Haverá pressão vinda do mar com a elevação do mar. Como salvar os manguezais, como agir.</p>
<p align="justify">De um modo geral a etapa atual é de produção de conhecimento, disseminação desse conhecimento para que o conjunto da sociedade, da cidadania, possa se posicionar. A etapa de obras é uma etapa para daqui a alguns anos.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – E qual o papel da população neste contexto?<br />
</strong>Sergio Besserman – A população é fundamental. O Rio de Janeiro é a vanguarda do Brasil. Aqui é a cidade onde provavelmente no país pela primeira vez, ainda não aconteceu, mas vai acontecer. De um discurso como o de John Kennedy, como nos anos 60, ser bem absorvido. “Não pergunte o que o país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país”.</p>
<p align="justify">Nós cariocas somos muito críticos do ponto de vista político, participantes, sempre fomos considerados vanguarda política do país. Somos uma população altamente conectada com a questão ambiental. No caso do <em>Aquecimento Global</em>, somos cidadãos do Rio de Janeiro, e cidadãos do Planeta a Terra, não basta fazer o dever de casa local, é preciso interferir também com as escolhas que estarão sendo feitas no Planeta, porque elas afetam a nossa cidade. Então a participação da população brasileira, da população carioca, ela é indispensável. Tanto para monitorar, cobrar planejamento de governo, modificar planejamento. Como para engajar a cidade na discussão global dos esforços, das escolhas, das decisões políticas sobre o <em>Aquecimento Global</em>. Os próximos anos são muito críticos, é neles que estarão sendo decidido se a humanidade vai encarar esse desafio ou por quanto tempo demoraremos para começar a reação.</p>
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		<title>O carro el&#233;trico e o l&#237;tio da Bol&#237;via e do Chile</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse texto, extrair do Ex-Blog do Cesar Maia, o qual traz uma abordagem bastante interessante sobre as reservas de lítio, um elemento importante na dinâmica dos carros elétricos.
Carros elétrico vai precisar de lítio! Bolívia (49%) e Chile (27%) tem as maiores reservas 
(NYT/FSP, 22) 1. Com a consciência de que o lítio é um ingrediente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse texto, extrair do <a href="www.cesarmaia.com.br">Ex-Blog do Cesar Maia</a>, o qual traz uma abordagem bastante interessante sobre as reservas de lítio, um elemento importante na dinâmica dos carros elétricos.</p>
<p align="justify"><strong><em>Carros elétrico vai precisar de lítio! Bolívia (49%) e Chile (27%) tem as maiores reservas</em> </strong></p>
<p align="justify">(NYT/FSP, 22) 1. Com a consciência de que o lítio é um ingrediente crucial para carros híbridos e elétricos, começa uma caçada global por novas reservas do metal.  &#8220;Existe uma grande mudança a caminho&#8221;, disse James D. Calaway, presidente da Orocobre. &#8220;Estamos potencialmente na vanguarda de um aumento muito significativo na demanda por lítio para o emergente setor de transporte elétrico.&#8221;</p>
<p align="justify">2. Cerca de 60 mineradoras iniciaram estudos de factibilidade na Argentina, na Sérvia e em Nevada (EUA), que poderão levar a mais de US$ 1 bilhão em novos projetos de lítio nos próximos anos, enquanto dezenas de projetos menores estão sendo propostos em China, Finlândia, México e Canadá.  Enquanto isso, os quatro maiores produtores atuais, que fazem mineração ou coleta de lítio em Chile, Argentina e Austrália, dizem que pretendem expandir antigos projetos conforme a demanda exigir.</p>
<p align="justify">
<p><span id="more-1985"></span></p>
<p align="justify">3. Na Bolívia, que tem quase a metade das reservas mundiais, o governo de esquerda está construindo uma usina piloto e fazendo perfurações prospectivas. O fato de a Bolívia ser um país instável, muitas vezes hostil aos investimentos estrangeiros, ajudou a reforçar o interesse pela produção de lítio nos vizinhos Argentina e Chile, na Austrália e nos EUA.  Enquanto a maioria dos especialistas duvida que quantidades significativas de lítio possam ser produzidas nos EUA, eles afirmam que suprimentos adequados estarão disponíveis em outras fontes além da Bolívia durante muitos anos e salientam que o maior produtor, o Chile, é um aliado americano confiável.<br />
4. Cerca de um quarto de todo o lítio produzido hoje, é usado para armazenamento de energia, em objetos como telefones celulares, computadores portáteis e câmeras digitais. Essa proporção deverá aumentar acentuadamente se os carros movidos a bateria decolarem. As baterias de íons de lítio são o tipo preferido para veículos elétricos e híbridos porque contêm mais energia com menos peso que outros materiais e porque perdem sua carga mais lentamente. Elas armazenam cerca de três vezes mais energia por peso que uma bateria de níquel-hidreto metálico.</p>
<p align="justify">5. Obs.: Brasil tem 1,3% das reservas mundiais identificadas. As reservas brasileiras de lítio estão localizadas no estado de Minas Gerais, região do Vale do Rio Jequitinhonha nos municípios de Araçuaí e Itinga, e também no estado do Ceará especificamente no município de Quixeramobim, e no município Solenópole.</p>
<p><a href="http://t.ymlp5.com/uehhagamuwaxamyeeaoajuyys/click.php"></a></p>
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		<title>715 raios em 6 horas de tempestade no Rio</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 12:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa foi a informação que o Jornal O Dia, trouxe no dia de hoje.
“A incidência de raios, outra preocupação em tempestades, cresceu 157,2% em relação ao mesmo período de 2009, que registrou 802 raios nos primeiros 15 dias de março, disse o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O engenheiro elétrico Osmar Pinto Júnior, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa foi a informação que o <a href="http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/3/715_raios_em_6h_de_tempestade_69503.html">Jornal O Dia</a>, trouxe no dia de hoje.</p>
<p align="justify">“A incidência de raios, outra preocupação em tempestades, cresceu 157,2% em relação ao mesmo período de 2009, que registrou 802 raios nos primeiros 15 dias de março, disse o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O engenheiro elétrico Osmar Pinto Júnior, do Inpe, explicou que o crescimento de casos tem ligação direta com o verão e o fenômeno El Niño, que mantém as águas dos oceanos Atlântico e Pacífico mais quentes, favorecendo formação de tempestades elétricas.”</p>
<p align="justify">Pelo que se pode ver, esse aumento na ocorrência de raios, é uma somatoria de fenômenos que já influenciam no nosso clima, somando-se como o aquecimento global.</p>
<p align="justify">O Jornal O Dia também traz um quadro ilustrativo, explicando melhor o que ocorreu nessa tempestade, e falando sobre os raios.</p>
<p><span id="more-1970"></span></p>
<p align="justify"><a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/03/16_info_raio.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="16_info_raio" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/03/16_info_raio_thumb.jpg" border="0" alt="16_info_raio" width="469" height="977" /></a></p>
<p align="justify">Eu fiz umas imagens dos raios sobre o Corcovado naquele dia e que podem dá a noção da força da tempestade de raios.</p>
<div id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:7bb865b9-3203-4b64-a36c-d06294807c45" class="wlWriterEditableSmartContent" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; float: none; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">
<div><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10163786&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10163786&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><a href="http://vimeo.com/10163786">Tempestade no Rio</a> from <a href="http://vimeo.com/user3340019">AndreDelacerda</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</div>
</div>
<p align="justify">Foto: info raios &#8211; <a href="http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/3/715_raios_em_6h_de_tempestade_69503.html">O Dia</a></p>
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		<title>Mar no Rio de Janeiro est&#225; pelo menos 8 graus acima do normal</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 11:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje li está notícia, que nos preocupa e nos traz algumas preocupações e indagações.
“O verão carioca deste ano subverteu uma velha regra climática da praia: o calor na areia é compensado pelo banho de mar gelado. Desde o início da estação, a temperatura da água na cidade está surpreendentemente quente. Nesta quarta-feira, as imagens de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Hoje li está notícia, que nos preocupa e nos traz algumas preocupações e indagações.</p>
<p align="justify">“O verão carioca deste ano subverteu uma velha regra climática da praia: o calor na areia é compensado pelo banho de mar gelado. Desde o início da estação, a temperatura da água na cidade está surpreendentemente quente. Nesta quarta-feira, as imagens de satélite do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec-Inpe) indicavam que a temperatura do mar na capital passava dos 26 graus &#8211; cerca de oito graus acima do esperado para este período.” (<a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/01/20/temperatura-da-agua-esta-pelo-menos-8-graus-acima-do-normal-para-verao-915660920.asp">O Globo</a> 21/01/2010).</p>
<p align="justify">Segundo os pesquisadores o fenômeno pode ser um efeito da não ocorrência do fenômeno ressugência que faz com que as aguás nesta época fiquem mais frias, ao contrario do que está ocorrendo neste período. Outra explicação seria a mudança na corrente dos ventos.</p>
<p><span id="more-1942"></span></p>
<p align="justify">Ainda de acordo com os pesquisadores, a ressugência ocorre em Cabo Frio, no litoral Norte do Estado do Rio de Janeiro, trazendo a superfício águas mais frias que são originadas da confluência de correntes marítimas do Brasil e das Malvinas. Assim, essa água mais gelada com a ajuda dos ventos e correntes marítimas chega a cidade do Rio de Janeiro e se extende até a Baía de Ilha Grande.</p>
<p align="justify">Uma coisa que nos vem a mente é que se a temperatura da água aumenta, certamente algumas espécies que não habitam com tanta frequência o mar do Rio de Janeiro, principalmente próximo ao litoral podem começar a migrar para este atraídos pela temperatura da água acima do normal. Vide tubarões, como ocorre em certas praias da região Nordeste do Brasil.</p>
<p align="justify">Outra indagação, é se a temperatura da água está a cima do normal, isso não seria prejudicial para a flora e fauna marinha mais mais sensível, principalmente algas e planctos?</p>
<p align="justify">Com a palavra os especialistas.</p>
<p align="justify">Talvez já estejamos começando a ver efeitos mais contudentes do aquecimento global no Brasil, vide nos últimos meses excessos de chuvas no Sul do país, ocorrência de tornados em regiões onde não eram frequentes, secas no Amazonas, e temperaturas chegando a sensação térmica de 50 graus neste verão carioca. Agora temos o aquecimento anormal do oceano.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>IPT e IMPE v&#227;o monitorar deslizamentos no pa&#237;s</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 21:58:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<description><![CDATA[Já haviamos mencionado em posts anteriores aqui que seria importante um sistema que monitorasse riscos e prevenisse tragédias provocadas pelo clima, como as recentes acontecidas em São Paulo e Angra dos Reis no Estado do Rio de Janeiro.
Pois bem, o IMPE e IPT estão montando tal projeto. Li essa informação no UOL Notícias citando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Já haviamos mencionado em posts anteriores aqui que seria importante um sistema que monitorasse riscos e prevenisse tragédias provocadas pelo clima, como as recentes acontecidas em São Paulo e Angra dos Reis no Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p align="justify">Pois bem, o IMPE e IPT estão montando tal projeto. Li essa informação no <a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/01/08/ult5772u6960.jhtm">UOL Notícias</a> citando o Jornal Valor Econômico.</p>
<p align="justify">“Especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) estão montando um projeto inédito de monitoramento de risco de deslizamentos na região metropolitana de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Salvador além de Campos do Jordão, Petrópolis (região serrana do Rio) e áreas da Serra do Mar.”</p>
<p><span id="more-1921"></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">“Há dez anos o Inpe vem estudando a dinâmica dos deslizamentos de terra que ocorrem depois de intensas chuvas. Pesquisadores trabalham num projeto de R$ 1,5 milhão, financiado pela Fapesp, que instalou oito pluviométricos automáticos na Serra do Mar. Com eles é possível saber em tempo real o volume da chuva. (…) O IPT, na outra vertente, é o braço técnico do plano de prevenção de riscos que identificou áreas ameaçadas em 74 municípios de São Paulo e existe há 20 anos. Se chove muito em determinada área de risco, técnicos do IPT ou treinados pelo instituto vão ao local conferir os sinais que identificam a possibilidade de deslizamento. Conforme a situação, disparam o alarme para retirar a população.”</p>
<p align="justify">Segundo os ténicos destes institutos existem três pontos importantes em debate neste projeto:</p>
<p align="justify">1º Conseguir coletar mais dados para alimentar o sistema com o máximo de informações sobre áreas de risco (características do solo, vegetação, declividade, por exemplo) e a partir daí desenvolver modelos;</p>
<p align="justify">2º Integrar as informações do Inpe sobre clima com a base do IPT. IO que significa desenvolver um software que cruze a informação de uma tempestade em determinada região com o comportamento daquele terreno submetido a certo volume de água;</p>
<p align="justify">3º É logístico. Que diz respeito as definições como aquelas informações vão fluir, como vamos comunicá-las à população.</p>
<p align="justify">Certamente este projeto será de muita importância para se entender o clima e suas ações devastadoras, já que o mesmo nos últimos anos vem se monstrando incontrolável por contas das mudanças climáticas mundiais.</p>
<p align="justify">Vale ressaltar aqui, o ponto que deve ser visto com bastante interesse das autoridades e estudiosos, como se evacuar as áreas que podem sofre ações do clima, como chuvas intensas.</p>
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		<title>Apag&#227;o espacial pode prejudicar previs&#227;o clim&#225;tica no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 18:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[desabamento em Angra]]></category>
		<category><![CDATA[GOES]]></category>
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		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas globais. Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa semana estamos com posts que mostram a ligação entre falta de ações governamentais de planejamento e eventos naturais e/ou climáticos, gerando assim, catrastófes ainda maiores.
Pois bem, mais uma notícia que preocupe, depois do apagão de luz, parece que vem ai o apagão no espaço brasileiro.
Segundo o reportagem publicada no jornal O Estado de São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Essa semana estamos com posts que mostram a ligação entre falta de ações governamentais de planejamento e eventos naturais e/ou climáticos, gerando assim, catrastófes ainda maiores.</p>
<p align="justify">Pois bem, mais uma notícia que preocupe, depois do apagão de luz, parece que vem ai o apagão no espaço brasileiro.</p>
<p align="justify">Segundo o reportagem publicada no jornal <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100105/not_imp490573,0.php">O Estado de São Paulo</a>, por causa da troca de uma satélite estrangeiros do qual utilizamos serviços, a previsão e monitoramento dos eventos climáticos no país poderá ser prejudicada.</p>
<p align="justify">“Meteorologistas brasileiros terão de se preocupar também com o clima do Hemisfério Norte em 2010. Caso haja eventos extremos por lá, a previsão do tempo no Brasil poderá ser prejudicada, com impactos sobre a aviação civil, agricultura e o monitoramento de tempestades.”</p>
<p><span id="more-1913"></span></p>
<p align="justify">O problema reside pois no Hemisfério Norte é comum em estações como verão e primavera a incidência de eventos climáticos como furacões, assim os olhos do GOES deixaram de está virados para o Brasil e sim estarão mais direcionados para cobrir tais eventos naquela região do globo.</p>
<p align="justify">“O problema é quando houver condições meteorológicas extremas no Hemisfério Norte &#8211; situação frequente no verão e na primavera, quando ocorrem as temporadas de furacões e tornados nos Estados Unidos. Nesse caso, os &#8220;olhos&#8221; do GOES 12 poderão ser direcionados para lá, deixando o Brasil &#8220;às cegas&#8221; por períodos de até três horas. &#8220;Aí começamos a ter problemas, pois, com essa periodicidade, não conseguimos fazer previsões de curto prazo (para períodos menores do que três horas)&#8221;, explica de Angelis, chefe da Divisão de Satélites do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).”</p>
<p align="justify">“Isso pode ser um problema para a previsão e o monitoramento de tempestades que se formam e se deslocam rapidamente, como as pancadas de chuva que vêm causando desastres no Rio e em São Paulo nas últimas semanas.”</p>
<p align="justify">Neste caso, eventos climáticos como chuvas intensas como as que promoverão os desastres em Angra dos Reis, e que alagam São Paulo, não poderão ser acompanhados com a devida atenção e com previsibilidade.</p>
<p align="justify">Ainda essa semana aqui no Eco Briefings iremos abordar a falta de planejamento em estudos e previsões de eventos extremos no clima no Brasil</p>
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		<title>Futuras trag&#233;dias anunciadas?</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 18:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
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		<category><![CDATA[sergio cabral]]></category>
		<category><![CDATA[Angra dos Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Área de Proteção Ambiental (APA) de Tamoios]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Deslizamento de terra em Ilha Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha Grande]]></category>
		<category><![CDATA[mata atlântica]]></category>
		<category><![CDATA[PMDB-RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Tragégia em Ilha Grande]]></category>

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		<description><![CDATA[No primeiro post de 2010, vamos abordar as tragédias ocorridas nas encostas da Costa Verde, em especial em Angra – Ilha Grande.
Sei que o momento é de consternação e dor, mas não podemos ficar ouvindo político criticar a ocupação de encosta, sendo que ele, mesmo há 6 meses atrás, em julho de 2008, fez um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">No primeiro post de 2010, vamos abordar as tragédias ocorridas nas encostas da Costa Verde, em especial em Angra – Ilha Grande.</p>
<p align="justify">Sei que o momento é de consternação e dor, mas não podemos ficar ouvindo político criticar a ocupação de encosta, sendo que ele, mesmo há 6 meses atrás, em julho de 2008, fez um Decreto que fere o meio ambiente nesta região e incentiva a ocupação e construção na região da Costa Verde no Estado do Rio de Janeiro, região esta, que possui um relevo acidentado, que faz com que tanto pessoas com baixo poder aquisitivo, quanto com alto poder aquisitivo ocupem estas encostas.</p>
<p align="justify">Este Decreto, é algo que contradiz a fala de um homem público hoje.</p>
<p align="justify">Estou falando do Governador Sergio Cabral do PMDB-RJ. Leiam a frase dele a imprensa hoje no O Globo (02/01/2009).</p>
<p><span id="more-1902"></span></p>
<p align="justify">“O governador disse que a ocupação de encostas em Angra dos Reis é a &#8220;crônica de uma morte anunciada.”</p>
<p align="justify">Agora leiam o que transcrevo do jornal O Globo de 28/08/2009.</p>
<p align="justify">“RIO &#8211; A Costa Verde corre o risco de ganhar um tom mais acinzentado. Um decreto do governador Sérgio Cabral, publicado sem alarde em junho deste ano, flexibilizou as regras de ocupação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Tamoios, que se estende por 93 ilhas e parcéis da Baía da Ilha Grande e ao longo de 81 quilômetros de faixa litorânea no continente. A mudança foi feita na Zona de Conservação da Vida Silvestre (ZCVS) da unidade: o decreto original da APA, de 1994, previa que nessa zona apenas os proprietários com área já construída poderiam ampliar em 50% suas edificações até o limite de 20% do terreno. Agora, com a nova regra de Cabral, o benefício da construção foi estendido a todos os que têm terreno dentro de ZCVS, inclusive aqueles que não tinham qualquer edificação.”</p>
<p align="justify">Quem quiser ler mais sobre a matéria pode lê-la em: “<a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/08/28/decreto-permite-maior-ocupacao-construcao-de-empreendimentos-na-costa-verde-767375646.asp">Decreto permite maior ocupação e construção de empreendimentos na Costa Verde</a>.”</p>
<p align="justify">É lamentável que um homem público se comporte assim, e que haja dessa forma, se contradizendo, já que antes fez um decreto, que certamente incentiva ocupações que serão feitas nesta zona importante para o meio ambiente e que também poderão ser passíveis de tragédias como as ocorridas em Angra e na Ilha Grande.</p>
<p align="justify">Vejam outros links abaixo que denunciam este Decreto do Governador Cabral. Estive lendo na imprensa o governador falando que vai fazer parque ecológico em Angra, isso não apaga o Decreto que ele fez,  que liberá construções em zonas em que não poderiam havê-las.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ilhagrande.org/ilha-grande-ameacada/apeb-bananal.html">Ilha Grande pede Socorro</a> , <a href="http://www.oeco.com.br/reportagens/37-reportagens/23026-governador-cassa-protecao-em-angra">Governador Cassa Proteção em Angra</a> ,  <a href="http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2009/09/04/flexibilizacao-na-apa-de-tamoios/">Flexibilização na APA de Tamoios</a> , <a href="http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/10/456672.shtml">Vamos Salvar Ilha Granfe da Mão dos Capitalistas  Selvagens</a> ,</p>
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