<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Ecobriefings &#187; urbanismo</title>
	<atom:link href="http://ecobriefings.com/category/urbanismo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://ecobriefings.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 15 Jul 2010 19:18:25 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Os efeitos da ressaca na orla</title>
		<link>http://ecobriefings.com/2010/06/06/os-efeitos-da-ressaca-na-orla/</link>
		<comments>http://ecobriefings.com/2010/06/06/os-efeitos-da-ressaca-na-orla/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 22:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[aumento no nivel dos oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[avanço do mar]]></category>
		<category><![CDATA[ressaca na orla do rio]]></category>
		<category><![CDATA[ressaca no mar do rio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ecobriefings.com/?p=2057</guid>
		<description><![CDATA[Esse final de semana o Rio no mar carioca há uma forte ressaca, que está tirando bastante areia de trechos da orla de Ipanema e Leblon. Com destaque ao grande deslocamento de areia que o mar fez nas proximidades do posto 8 e do Arpoador, onde o mar retirou bastante areia deixando a praia sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse final de semana o Rio no mar carioca há uma forte ressaca, que está tirando bastante areia de trechos da orla de Ipanema e Leblon. Com destaque ao grande deslocamento de areia que o mar fez nas proximidades do posto 8 e do Arpoador, onde o mar retirou bastante areia deixando a praia sem a extensão que é de conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é que com esse deslocamento apareceram estruturas como escadas de concretos antes encobertas e também as pedras de apoio ao paredão da orla.</p>
<p style="text-align: justify;">Fico imaginando a força dessas ressacas nos anos que virão com o possível aumento do nível dos oceanos, e quais os efeitos que podem causar destrutivos nas orlas das cidades literâneas brasileiras.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2056" title="CIMG4035" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/06/CIMG40351-225x300.jpg" alt="CIMG4035" width="225" height="300" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2058" title="CIMG4036" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/06/CIMG4036-225x300.jpg" alt="CIMG4036" width="225" height="300" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2059" title="CIMG4037" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/06/CIMG4037-225x300.jpg" alt="CIMG4037" width="225" height="300" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ecobriefings.com/2010/06/06/os-efeitos-da-ressaca-na-orla/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estudo de Uerj revela que mudan&#231;a clim&#225;tica afeta a orla do Rio</title>
		<link>http://ecobriefings.com/2010/05/31/estudo-de-uerj-revela-que-mudana-climtica-afeta-a-orla-do-rio/</link>
		<comments>http://ecobriefings.com/2010/05/31/estudo-de-uerj-revela-que-mudana-climtica-afeta-a-orla-do-rio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 00:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento dos mares e oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[oceanos]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ecobriefings.com/2010/05/31/estudo-de-uerj-revela-que-mudana-climtica-afeta-a-orla-do-rio/</guid>
		<description><![CDATA[Estou sem postar aqui no blog há algumas semanas, em parte pela correria do trabalho. Hoje li no Jornal do Brasil uma reportagem que fala dos efeitos climáticos sobre a orla do Rio de Janeiro.
Há alguns posts atrás tratamos disso, apresentando alguns detalhes de um estudo elaborado há quatro anos pelo IPP – Instituto Pereira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Estou sem postar aqui no blog há algumas semanas, em parte pela correria do trabalho. Hoje li no Jornal do Brasil uma reportagem que fala dos efeitos climáticos sobre a orla do Rio de Janeiro.</p>
<p align="justify">Há alguns posts atrás tratamos disso, apresentando alguns detalhes de um estudo elaborado há quatro anos pelo IPP – Instituto Pereira Passos a cerca dos efeitos da elevação dos oceanos provocadas pelo aquecimento global.</p>
<p align="justify">Eu destacaria essa frase como a mais importante da reportagem.</p>
<p align="justify">“– Não dá mais para construir perto do litoral, porque o mar vai comer, vai avançar – diz Zee, impressionado com o que tem visto.” (JB)</p>
<p align="justify">Não adianta insistir em construir prédios de luxos, estruturas colossais, se sabemos que todo o investimento será talvez perdido em poucos anos. Seria mais justo o planejamento de construções de baixo impacto, e de um urbanismo sustentável, já prevendo possíveis alterações.</p>
<p align="justify">“Também coordenador do Mestrado em Meio Ambiente da Universidade Veiga de Almeida, Zee diz que a diminuição da faixa de areia nos postos 5 e 6 é apenas a ponta do iceberg que descongela. – Normalmente, a largura da praia de Copacabana, desde o aterro nos anos 60, varia de 80 a 120 metros. Em situações extremas de ressacas, diminui para 40 a 60 metros. Nunca vi do jeito que está agora – espanta-se, numa referência ao fato de a água, por vezes, bater no calçadão. – A tendencia é piorar.”</p>
<p align="justify">Realmente, me impressionei a pouco ao caminhar pelo calçadao de Copacabana e presenciar que a faixa de aréia em certos trechos encolheu.</p>
<p align="justify">Quem quiser ler mais sobre a reportagem do Jornal do Brasil deste Domingo, segue o <a href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/05/29/e290519081.asp">link</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ecobriefings.com/2010/05/31/estudo-de-uerj-revela-que-mudana-climtica-afeta-a-orla-do-rio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Pequeno Reporter em Save the Earth</title>
		<link>http://ecobriefings.com/2010/05/10/save-the-earth-com-cesar-maia/</link>
		<comments>http://ecobriefings.com/2010/05/10/save-the-earth-com-cesar-maia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 May 2010 02:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Cesar Maia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[combate as drogas]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Save The Earth]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ecobriefings.com/?p=2033</guid>
		<description><![CDATA[Hoje encontrei esse vídeo bacana feito por uma criança. O pequeno reporter entrevistou o Cesar Maia.
O que achei interessante foi a linguagem fácil, e como vários temas ligados a susntentabilidade, meio ambiente e aquecimento global foram tratados, convocando principalmente as crianças e jovens a serem os agentes da mudança e preservação do planeta.

Uma parte do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje encontrei esse vídeo bacana feito por uma criança. O pequeno reporter entrevistou o Cesar Maia.</p>
<p style="text-align: justify;">O que achei interessante foi a linguagem fácil, e como vários temas ligados a susntentabilidade, meio ambiente e aquecimento global foram tratados, convocando principalmente as crianças e jovens a serem os agentes da mudança e preservação do planeta.</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sbtHwurZzP4" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/sbtHwurZzP4"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Uma parte do vídeo me chamou atenção, quando o Cesar Maia falou que as mudanças climáticas podem ocasionar terremotos. Fui pesquisar e encontrei a transcrição que ponho abaixo e que foi publicada na Revista <a href="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/aquecimento_global_pode_provocar_terremotos_deslizamentos_de_terra_e_erupcoes_de_vulcoes.html">Scientific America</a> que dá embasamento a fala do político.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span>&#8220;A edição especial da <em>Philosophical  Transactions of the Royal Society</em> do dia 28 de maio levanta a  discussão sobre como alterações climáticas podem induzir erupções  vulcânicas e outros riscos geológicos, como terremotos e deslizamentos  de terra. Entre os problemas que os estudos relacionam com o aquecimento  global estão: derretimento dos picos das montanhas, aumento das  atividades sísmicas diluindo os depósitos de gelo e aliviando a pressão  em algumas partes do mundo e aumentando em outras, e produção de magma  sendo impulsionada por mudanças de pressão nos vulcões subglaciais, como  os da Islândia.&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Bacana a atitude do Cesar Maia ao tratar de temas tão importantes com linguagem que aproxima jovens e crianças da importância de se preservar o planeta. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Aproveitamos para parabenizar a criança que sabiamente conduziu a entrevista. Que mais crianças se transformem em mutiplicadores do conhecimento e ajudem a salvar o planeta.<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ecobriefings.com/2010/05/10/save-the-earth-com-cesar-maia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Decreto libera a constru&#231;&#227;o sem reservat&#243;rio&#8230;</title>
		<link>http://ecobriefings.com/2010/04/15/decreto-libera-a-construo-sem-reservatrio/</link>
		<comments>http://ecobriefings.com/2010/04/15/decreto-libera-a-construo-sem-reservatrio/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 13:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Ecoeficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Alagamento no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Paes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ecobriefings.com/2010/04/15/decreto-libera-a-construo-sem-reservatrio/</guid>
		<description><![CDATA[Isto mesmo! Que você acabou de ler no título deste post.
O Prefeito da cidade do Rio de Janeiro, senhor Eduardo Paes; desobriga os novos imóveis grandes a construírem um reservatório para o armazenamento de águas pluviais.
Péssima iniciativa do Prefeito Eduardo Paes, o gestor demonstra que não tem nenhuma visão de sustentabilidade, do urbanismo moderno, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Isto mesmo! Que você acabou de ler no título deste post.</p>
<p align="justify">O Prefeito da cidade do Rio de Janeiro, senhor Eduardo Paes; desobriga os novos imóveis grandes a construírem um reservatório para o armazenamento de águas pluviais.</p>
<p align="justify">Péssima iniciativa do Prefeito Eduardo Paes, o gestor demonstra que não tem nenhuma visão de sustentabilidade, do urbanismo moderno, e se esqueceu do desastre da primeira semana de abril de 2010, quando ocorreram alagamento enormes que trouxeram prejuízos enormes a cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p align="justify">Bem, vamos postar aqui então as informações, para que o leitor entenda melhor a colocação que fizemos acima:</p>
<p><span id="more-2017"></span></p>
<p align="justify"><em>(Jornal do Brasil, 03/02/2004) A decisão do prefeito Cesar Maia de obrigar os novos imóveis grandes a construírem um reservatório para o armazenamento de águas pluviais colocou de um lado ecologistas (a favor) e de outro as construtoras (contra), que atuam na  cidade. Pelo decreto, publicado ontem no Diário Oficial, os imóveis com  mais de 500 metros quadrados de área impermeabilizada (revestida com  materiais impermeáveis, como cimento) não terão a licença de habite-se se não apresentarem tais depósitos. O objetivo é retardar o escoamento para a rede de drenagem e estimular o uso da água da chuva para regar jardins e lavar calçadas e garagens. Prédios com mais de 50 unidades também terão que se adaptar à nova regra.</em></p>
<p align="justify">Agora, pasmem e leiam o decreto em que o Prefeito Eduardo Paes revogando a obrigatoriedade da construção desses reservatórios.</p>
<p align="justify"><a href="http://docs.google.com/Doc?docid=0AYSLIfQmh7h9ZGdyczI0Ml8xNDVmejQ4OXhnbg&amp;hl=en&amp;pli=1">DECRETO Nº 32119 DE 13 DE ABRIL DE 2010</a></p>
<p align="justify">Realmente, o Prefeito Eduardo Paes toma uma medida na contramão do bom senso, contra a sustentabilidade urbana, e sem visão dos prejuízos que trará a cidade.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ecobriefings.com/2010/04/15/decreto-libera-a-construo-sem-reservatrio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Anita&#8230;</title>
		<link>http://ecobriefings.com/2010/04/12/anita/</link>
		<comments>http://ecobriefings.com/2010/04/12/anita/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 14:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Catastrofe no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[eventos climáticos]]></category>
		<category><![CDATA[Furacao Anita]]></category>
		<category><![CDATA[Furacao Catarina]]></category>
		<category><![CDATA[metereologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tempestade no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[tempestade tropical]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ecobriefings.com/2010/04/12/anita/</guid>
		<description><![CDATA[
Por André Delacerda
Resolvi começar esse post com essa imagem. Gostaria que nossos leitores prestassem bem atenção na movimentação destas. Em seguida respondam a pergunta que formulamos.
O que vocês acham que é isso? Em que país ocorreu?
Primeira conclusão, não foi no Rio de Janeiro. No decorrer deste post explicamos, mas já adiantamos que há uma relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/04/20100310_038_ciclone_intensificando_animacao.gif"><img style="display: inline" title="20100310_038_ciclone_intensificando_animacao" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/04/20100310_038_ciclone_intensificando_animacao_thumb.gif" alt="20100310_038_ciclone_intensificando_animacao" width="240" height="180" /></a></p>
<p align="justify"><em>Por André Delacerda</em></p>
<p align="justify">Resolvi começar esse post com essa imagem. Gostaria que nossos leitores prestassem bem atenção na movimentação destas. Em seguida respondam a pergunta que formulamos.</p>
<p align="justify">O que vocês acham que é isso? Em que país ocorreu?</p>
<p align="justify">Primeira conclusão, não foi no Rio de Janeiro. No decorrer deste post explicamos, mas já adiantamos que há uma relação de temas entre as duas tempestades.</p>
<p align="justify">Bem, depois da tempestade que acabou gerando aquela catastrofe da semana passada (<em>primeira semana de abril 2010</em>) na região metropolitana do Rio. Voltamos aqui, a discutir sobre a necessidade de o Brasil ter uma Defesa Civil mais bem preparada, e um Centro Gestor de Catastrofes. Na verdade eu gostaria de dizer, Centro para antever e gerenciar eventos extremos do Clima. Pois, mais interessante é acompanhar as informações que a metereologia envia, saber interpretá-las e planejar ações que culminem com a preservação de vidas, horas antes que o evento ocorra.</p>
<p><span id="more-2009"></span></p>
<p align="justify">Em 2004 tivemos o Furacão Catarina no litoral Sul do Brasil, e o que ele gerou? Destruição de áreas urbanas, mortes, e prejuízos particulares e públicos. Quem alertou sobre o Catarina? Epecialistas americanos que o perceberam nas imagens de satélite. Nossos especialistas até se mostraram céticos quando avisados, mais cético foi o comportamento do governo brasileiro diante do fato. Não tomou uma ação responsável, e não emitiu o alerta para que a população não fosse pega de surpresa.</p>
<p align="justify">Agora, vamos explicar aquela imagem de satélite acima:</p>
<p align="justify">“<em>A tempestade tropical Anita, que passou entre os dias 9 e 10 de março  de 2010 pelo litoral de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, é a segunda do tipo a ser registrada na costa do Atlântico Sul nas Américas</em>.” (<a href="http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/7895">Jornal Comunicação</a>).</p>
<p align="justify">“<em>A ocorrência do furacão Anita se soma à do furacão Catarina ocorrido em 2004. “Se anteriormente a gente tinha apenas um evento excepcional, agora temos dois pra contar num intervalo relativamente curto de tempo” avalia Martins sobre o que significa este tipo de tempestade na região. Na área não há nenhuma central de acompanhamento de furacões, a ponto de o acompanhamento do Anita ter sido feito pela Marinha norte-americana e pelo centro nacional de furacões dos Estados Unidos</em>.” (<a href="http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/7895" target="_blank">Jornal Comunicação</a>)</p>
<p align="justify">Depois da leitura acima, chego ao ponto da Defesa Civil e sobre o Centro de Gestão que sugeri. Observem no texto acima que o meteorologista do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), Marcelo Martins, diz:</p>
<p align="justify">“(…) <em>Anita ter sido alertado pela Marinha norte-americana e pelo centro nacional de furacões dos Estados Unidos</em>.”</p>
<p align="justify">Isso mesmo, é a segunda vez que os americanos que são especialistas neste tipo de evento climático, nos alertam. E o que faz as autoridades brasileiras? Nada, chegam atrasadas, liberam verbas que devriam ser liberadas para anterver, e não para tapar o sol com a peneira, logo após os desastres.</p>
<p align="justify">Já não seria hora de nosso país começar a implantar um centro de estudos no Sul do Brasil para monitoramento e estudo de furacões? Será que dois eventos como o Catarina e o Anita já não são um importante sinal para que isso seja feito?</p>
<p align="justify">E qual a relação desses eventos com o ocorrido no Rio de Janeiro? Simples. O clima se modifica de forma agressiva e provoca uma tragédia com mais de 200 mortes. A cidade recebeu alertas de chuva intensa. Mas talvez não soube interpretar o que ocorreria, não anteveio ao acidente, evacuando as pessoas, informando possíveis locais de acidentes.</p>
<p align="justify">O Rio será sede uma Olimpiada em 2016, será palco de jogos importantes na Copa de 2014. Mas não parou ainda para pensar em uma Defesa Civil que trabalhe para antever as tragédias. Pois, a Defesa Civil que temos, trabalha bravamente, mas não tem estrutura para interpretar e coordenar uma evacuação.</p>
<p align="justify">Imaginem, se um Furacão como o Catarina e o Anita ocorre aqui?</p>
<p align="justify">Observem, essa tempestade que ocorreu no Rio de Janeiro, provocou em certas áreas, índices pluviométricos em torno de 330 milimentros em um único dia. Vocês sabiam que isso é tempestade de furacão?</p>
<p align="justify">O Brasil a partir deste eventos, tem que buscar aprender com as experiência do Japão, e dos Estados Unidos, mesmo este último, tendo enfretado problemas com a tempestade Katrina em Nova Orleans.</p>
<p align="justify">É urgente o debate com participação da sociedade, cientistas, de parlamentares, e de órgãos governamentais.</p>
<p align="justify">Deixo vocês com o Programa Canal Livre de ontem (11/05/2010), onde foi discutido amplamente sobre essa temática. Inclusive com a participação do especialista em clima, Luiz Carlos Molion.</p>
<p align="justify"><a href="http://www.band.com.br/canallivre/videos.asp">Programa Canal Livre</a> sobre as catastrofes climáticas no Brasil.</p>
<p align="justify">Imagens: Anita &#8211; <a href="http://www.atmet.com.br/twitter/2010/03/anita.htm">Atmosfera Metereologia</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ecobriefings.com/2010/04/12/anita/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Rio e o Aquecimento Global Part I</title>
		<link>http://ecobriefings.com/2010/04/06/o-rio-e-o-aquecimento-global-part-i/</link>
		<comments>http://ecobriefings.com/2010/04/06/o-rio-e-o-aquecimento-global-part-i/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 11:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Poluição]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Alagamento no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva no Rio]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[O Rio e o Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ecobriefings.com/2010/04/06/o-rio-e-o-aquecimento-global-part-i/</guid>
		<description><![CDATA[Estou postando aqui, uma reportagem que fiz em 2008 com então presidente do IPP – Instituto Pereira Passos, Dr. Sérgio Besserman.
Por André Delacerda.
Na primeira parte da entrevista, o presidente do IPP, Sergio Besserman, fez uma breve explicação sobre o Instituto Pereira Passos, os principais projetos em andamento. Besserman, também nos contou como foi iniciado na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Estou postando aqui, uma reportagem que fiz em 2008 com então presidente do IPP – Instituto Pereira Passos, Dr. Sérgio Besserman.</p>
<p><em>Por André Delacerda.</em></p>
<p align="justify">Na primeira parte da entrevista, o presidente do IPP, Sergio Besserman, fez uma breve explicação sobre o Instituto Pereira Passos, os principais projetos em andamento. Besserman, também nos contou como foi iniciado na causa ambiental, e o seu interesse pelos estudos científicos sobre o assunto, que culminam em ações da sua gestão a frente do IPP. Ele enaltece também o fato de o Rio ser uma cidade de destaque internacional nas questões ambientais. E começa a falar das ações conjuntas entre os vários órgãos municipais, na busca de soluções para o <em>Aquecimento Global</em>.</p>
<p align="justify">Nesta segunda parte da entrevista Besserman, que compõe a série de reportagens <em>O Rio e o Aquecimento Global</em>. É a vez de se falar sobre o Protocolo do Rio, os ganhos que a cidade tem em estabelece-lo.</p>
<p align="justify">O presidente do IPP vai mais além, aguçando o interesse dos nossos leitores, com importantes explicações científicas sobre o degelo nos pólos. Ele também, faz revelações sobre as áreas da cidade que podem sofre danos com o aumento da elevação dos oceanos. Cometa os principais assuntos discutidos no Seminário Rio Próximos 100 anos. E fala do papel da sociedade carioca, neste tema tão importante para a sobrevivência do Planeta.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – O que consiste o Protocolo do Rio?<br />
</strong>Sergio Besserman – A mudança global do clima afetará todos os aspectos da vida das cidades do planeta neste século. As questões urbanas, aliadas aos fatores de produtividade, redução de pobreza, mobilidade, qualidade de vida e características das construções, passarão a ter respostas consistentes apenas no contexto dessa luta contra o aquecimento global e a elevação do nível do mar.</p>
<p align="justify">Nessa realidade, o Rio de Janeiro tem um lugar especial entre as grandes cidades do mundo. Para a população carioca, a mais escolarizada das capitais brasileiras, as questões ambientais são fundamentais em seu dia-a-dia porque sofrerá os impactos decorrentes da elevação do nível do mar devido ao fato de ser uma cidade com extensa faixa litorânea.<span id="more-1987"></span></p>
<p align="justify">Com essa preocupação, a prefeitura lançou o Protocolo do Rio, iniciativa do prefeito da cidade através de decreto e que tem como objetivo a conscientização e mobilização da sociedade sobre a gravidade da questão climática, além de propor soluções práticas para evitar os piores cenários divulgados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança de Clima (IPCC).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – Qual a importância de a cidade do Rio de Janeiro em estabelecer este protocolo?<br />
</strong>Sergio Besserman – Isto é uma importância política e simbólica da cidade se somar a luta de organizações da sociedade civil, empresas, governos variados no mundo, paises, estados e cidades, contra o aquecimento global, esse é um engajamento permanente. Fazemos parte hoje de uma rede de quarenta cidades, as maiores cidades do mundo na luta contra o <em>Aquecimento Global</em>. Há uma importância enorme nos trabalhos de planejamento, porque parece muito tempo, mas não é. Obras que estão sendo realizadas e principalmente o planejamento de obras e políticas públicas para os próximos 5, 10, 20 anos, se incorporar o aquecimento global, terá mudanças significativas. Certamente a cidade se preparar já com o planejamento de enorme importância. E favorecer também o exercício da cidadania cobrando dos governos, das empresas da cidade, das organizações, que a cidadania esteja em condições de acessar a informação do conhecimento a respeito e cobrar dos diversos atores econômicos e sociais um posicionamento.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – Tem sido veiculado nos grandes jornais mundiais que o derretimento das calotas polares está ocorrendo além do que os cientistas previam. Estima-se que estes efeitos já possam ser sentido já nas próximas décadas com uma elevação do volume das águas dos oceanos. O Rio sendo uma cidade litorânea deve sofrer as conseqüências desse desastre natural. Gostaríamos que o senhor falasse mais especificamente sobre o que IPP vem desenvolvendo, e quais soluções serão propostas para cidade, neste tema avanço das marés?</strong></p>
<p align="justify">Sergio Besserman – O <em>Intergovernamental Panel on Climate Change</em>, no seu último relatório publicado em fev de 2007, faz uma estimativa de elevação do nível do mar entre 20 e 60 cm, mais provável de 40 cm até o final do século. Entretanto essa estimativa que já exige muitos estudos. O mar já está subindo, sempre são níveis médios. Então é claro que em situação de ressaca, tempestade, mar cheia, lua cheia. Eventos comuns no Rio de Janeiro. O forçamento sobre a infra-estrutura da cidade vai muito além desse nível médio de elevação do nível do mar. Portanto mesmo nesta previsão do IPCC que é conservadora, já é fundamental começar a se preparar, e a planejar, obras, e muitos estudos sobre este tema. Mas até para aguçar a curiosidade cientifica dos nossos leitores, a ciência está extremamente preocupada e investigando, o que ocorrerá com os mantos de gelo da Groelândia e do leste do Pólo Sul Antártico. Porque na previsão do IPCC, conservadora repito. É considerado apenas a expansão térmica do oceano. Expansão do volume do oceano, por conta do aquecimento da água. Água quente ocupa mais volume, do que água em temperatura ambiente, e o derretimento linear das geleiras, incluindo ai os mantos de gelo. Pólo Norte não entra nessa conta porque ele já está boiando, então embora afete o clima, a economia de muitas formas, seu derretimento não eleva o nível do mar.</p>
<p align="justify">Já os mantos de gelo da Groelândia e do Pólo Sul, se tiverem um derretimento estritamente linear ligada ao aquecimento. Confirmarão a precisão do relatório passado pelo IPCC. Mas há uma dinâmica em terra desses mantos de gelo, muito complexa, pouco conhecida. Há rios, há lagos. A ciência está extremamente preocupada com, por exemplo, a lubrificação onde o gelo entra em contato com o solo a partir de água líquida, que pode acelerar o avanço das correntes de gelo em direção ao oceano. Da mesma maneira o colapso das plataformas que estão no mar é preocupante porque eles exercem uma resistência sobre essas correntes de gelo. Qualquer aceleração dessas correntes de gelo faz com que o cenário de elevação do nível do mar nos próximos cem anos, mas já na próxima década, se altere muito significativamente.</p>
<p align="justify">Iremos descobrir o que irá se passar nos próximos anos, três a dez anos. E vale a pena prestar muita atenção.</p>
<p align="justify">No caso do IPP, nos estudamos também um cenário de um metro e meio de elevação do nível do mar, sempre repetindo, um metro e meio na média. Portanto condições extremas, a uma pressão maior. E claro esse é um cenário mais preocupante do que o anterior.</p>
<p align="justify">No cenário 40 cm, de 60 cm, o Rio de Janeiro estar perfeitamente dotado, para planejar e executar as obras necessárias nas áreas mais críticas. No cenário de um metro e meio, não se trata de catástrofe, mas o planejamento e a quantidade de dinheiro que a cidade vai usar para se adaptar é muito expressivamente maior.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – A cidade em si tem uma elevação considerável acima do nível do mar?<br />
</strong>Sergio Besserman – O Rio de Janeiro. Vamos pegar um bom exemplo: Copacabana.</p>
<p align="justify">Embora seja uma cidade costeira, o fato é que no Rio de Janeiro em geral, as construções estão numa altitude considerável. Copacabana, é um bairro a beira mar, onde eu moro a 50 anos, as construções estão a um metro e meio. Mesmo uma elevação do nível do mar de 20 cm, o que ocorreria nas próximas décadas, já tem impacto sobre Copacabana. Será preciso estudar as correntes marinhas, verificar se vai necessários colocar areia, como já se faz regularmente na praia do Leblon, mas em condições de ressaca, maré cheia nós vamos ter uma forçamento na infra-estrutura urbana em Copacabana significativa.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – E naquela região da Lagoa Rodrigo de Freitas?<br />
</strong>Sergio Besserman – Lagoa, Praça da Bandeira, Baixada de Jacarepaguá, onde o lençol freático tende a pressionar. Copacabana não é atingida com um metro e meio, mas sempre lembrando, galerias de águas pluviais, rede de esgoto, garagens de prédios, e muitos outros, mesmo nos cenários mais otimistas sofrerão conseqüências.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – Eu estive lendo o material do IPP, e vocês fazem recomendações sobre construções na cidade. Vi algo falando sobre a Baixada de Jacarepaguá, onde vocês recomendam um tipo de construção já pensando em futuras alterações naturais.<br />
</strong>Sergio Besserman – Já construir levando-se em consideração o mapeamento sobre onde haverá maiores problemas e iniciar no caso de Jacarepaguá. Até para tranqüilizar todos os moradores de Jacarepaguá, não há necessidade a vista de obras, no horizonte de poucos anos, mas há necessidade segura de obras da rede de dragagem ou engenharia igualmente eficiente já no horizonte de 15 – 20 anos. Então é necessário planejar desde já.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – O Seminário Rio Próximos 100 anos, discutiu inúmeros temas relevantes para a cidade. Alguns deles já se tornaram projeto ou objeto de novos estudos?<br />
</strong>Sergio Besserman – Já. Nós estamos no século 21, onde o principal ativo é o conhecimento.</p>
<p align="justify">Há a falta de dados, para fazer um monitoramento adequado e até projetos, em diversas áreas. Então, entramos em contato com Academia, Governo Estadual, Governo Federal, empresas como a Petrobrás, tentando aumentar a produção dessas informações, construir series históricas. Há estudos a serem contratados no nível de detalhe maior, especificamente sobre a questão da elevação do nível do mar, há projeto da intensificação da arborização de maneira consistente, com urbanismo em diversos bairros, como São Cristóvão. Queremos também realizar estudos similares para Vila Isabel, outras áreas da Tijuca. Pretendemos iniciar estudos sobre impacto de arborização no microclima, de modo que a população possa também ser protegida pela elevação. Vamos lembrar que as árvores demoram um pouco para crescer. Então temos que começar desde já a pensar nesse tema. E todas as secretarias, saíram daqui com uma agenda. Então a Secretaria de Obras, a Secretaria de Saúde – tema bastante importante -, Secretaria de Educação. Podemos dizer que o Rio de Janeiro, deu esse passo extraordinário, que é seu corpo técnico levar em conta a realidade do Aquecimento Global, para praticamente qualquer projeto ou iniciativa nova que venha ser tomada.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – Voltando ao tema avanço das marés. As últimas ressacas do mês passado foram bem fortes, para não dizer atípicas. Muita gente teme que o mar possa invadir os calçadões da orla. É possível dizer que futuramente estes não sofrerão também alagamentos maiores? Quais as possíveis medidas para se reduzir os efeitos nessa área, caso ocorra esse desastre natural em maiores proporções?<br />
</strong>Sergio Besserman – Haverá um forçamento sim de toda essa infra-estrutura. As notícias ruins são duas. Uma, nós teremos eventos climáticos extremos mais freqüentes. O que significa no caso do Rio de Janeiro, mais chuvas fortes e talvez, sobre isso não há estudos, mais ressacas. Dois, com a elevação do nível do mar, esses eventos se tornam mais graves. No caso das ressacas certamente, mais graves forçando a infra-estrutura. No momento não é o caso, por uma razão de custo beneficio de nos precipitarmos com obras. Não há necessidade, a elevação do nível do mar é muito paulatina e é preferível estudar mais, conhecer mais, para sabermos exatamente qual é a natureza da engenharia adequada a cada realidade.</p>
<p align="justify">Mas é muito importante que a cidadania acompanhe até porque engenharia envolve dinheiro, e envolve alteração da realidade física, as vezes urbanística do local. Nós temos toda uma área costeira. E o planejamento futuro tem que incluir a preservação daquilo que é ativo econômico da cidade, como nossas praias mais famosas, daquilo que é importante para qualidade de vida da população. Nem todas as praias poderão ser salvas. Mas a engenharia adequada pode assegurar. Você pode fazer barreiras, como as do Aterro do Flamengo e garantir áreas de lazer, até aumentar as áreas de lazer existentes. Não há muito mistério também, onde já inunda vai inundar mais. Portanto os pontos críticos onde hoje já ocorre quando há um evento climático extremo, já ocorrem problemas. São aqueles pontos onde nos devemos nos debruçar. Isso também pode afetar vias de transporte importante para a cidade. Mas também outras preocupações como um dos nossos ecossistemas… O ecossistema da cidade que mais sofre é o manguezais da Zona Oeste, é preciso considerar que planejamento será feito, dado que além das pressões antrópicas – ocupação – se trata de litoral valorizado. Haverá pressão vinda do mar com a elevação do mar. Como salvar os manguezais, como agir.</p>
<p align="justify">De um modo geral a etapa atual é de produção de conhecimento, disseminação desse conhecimento para que o conjunto da sociedade, da cidadania, possa se posicionar. A etapa de obras é uma etapa para daqui a alguns anos.</p>
<p align="justify"><strong>André Delacerda – E qual o papel da população neste contexto?<br />
</strong>Sergio Besserman – A população é fundamental. O Rio de Janeiro é a vanguarda do Brasil. Aqui é a cidade onde provavelmente no país pela primeira vez, ainda não aconteceu, mas vai acontecer. De um discurso como o de John Kennedy, como nos anos 60, ser bem absorvido. “Não pergunte o que o país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país”.</p>
<p align="justify">Nós cariocas somos muito críticos do ponto de vista político, participantes, sempre fomos considerados vanguarda política do país. Somos uma população altamente conectada com a questão ambiental. No caso do <em>Aquecimento Global</em>, somos cidadãos do Rio de Janeiro, e cidadãos do Planeta a Terra, não basta fazer o dever de casa local, é preciso interferir também com as escolhas que estarão sendo feitas no Planeta, porque elas afetam a nossa cidade. Então a participação da população brasileira, da população carioca, ela é indispensável. Tanto para monitorar, cobrar planejamento de governo, modificar planejamento. Como para engajar a cidade na discussão global dos esforços, das escolhas, das decisões políticas sobre o <em>Aquecimento Global</em>. Os próximos anos são muito críticos, é neles que estarão sendo decidido se a humanidade vai encarar esse desafio ou por quanto tempo demoraremos para começar a reação.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ecobriefings.com/2010/04/06/o-rio-e-o-aquecimento-global-part-i/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ciclo de Palestras: Sustentabilidade Urbana 2010</title>
		<link>http://ecobriefings.com/2010/02/18/ciclo-de-palestras-sustentabilidade-urbana-2010/</link>
		<comments>http://ecobriefings.com/2010/02/18/ciclo-de-palestras-sustentabilidade-urbana-2010/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 12:33:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Ecoeficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Amigos do Parque]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de palestras sobre sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[paisagismo]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ecobriefings.com/2010/02/18/ciclo-de-palestras-sustentabilidade-urbana-2010/</guid>
		<description><![CDATA[Os Amigos do Parque trazem mais um importante palestra sobre urbanismo e sustentabilidade no dia 22 de fevereiro as 19 hs no Parque Lage.
Dessa vez com o arquiteto e paisagista Pablo Georgieff, fundador da Coloco.
Georgieff tratará do tema: Urbanodiversidade: conciliando ambiental e cultura para a sustentabilidade das cidades.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Os <a href="http://www.amigosdoparque.org.br/">Amigos do Parque</a> trazem mais um importante palestra sobre urbanismo e sustentabilidade no dia 22 de fevereiro as 19 hs no Parque Lage.</p>
<p align="justify">Dessa vez com o arquiteto e paisagista Pablo Georgieff, fundador da Coloco.</p>
<p align="justify">Georgieff tratará do tema: Urbanodiversidade: conciliando ambiental e cultura para a sustentabilidade das cidades.</p>
<p><span id="more-1951"></span></p>
<p align="justify"><a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/02/image001.png"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="image001" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/02/image001_thumb.png" border="0" alt="image001" width="374" height="832" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ecobriefings.com/2010/02/18/ciclo-de-palestras-sustentabilidade-urbana-2010/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Metr&#244; Barra-G&#225;vea-Ipanema. Seria inteligente o &#250;ltimo trajeto?</title>
		<link>http://ecobriefings.com/2010/01/20/metr-barra-gvea-ipanema-seria-inteligente-o-ltimo-trajeto/</link>
		<comments>http://ecobriefings.com/2010/01/20/metr-barra-gvea-ipanema-seria-inteligente-o-ltimo-trajeto/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 13:03:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Ecoeficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Estação General Osório será inaugurada]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[sergio cabral]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[metrô Barra da Tijuca]]></category>
		<category><![CDATA[Metrô Barra da Tijuca - Gávea]]></category>
		<category><![CDATA[metrô linha Barra - Zona Sul]]></category>
		<category><![CDATA[metrô Rio]]></category>
		<category><![CDATA[metrô Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>
		<category><![CDATA[Rio 2016]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de massa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ecobriefings.com/2010/01/20/metr-barra-gvea-ipanema-seria-inteligente-o-ltimo-trajeto/</guid>
		<description><![CDATA[Li a pouco que o governador Sérgio Cabral PMDB – RJ, disse que vai iniciar a obra do trecho do metrô Barra da Tijuca-Gávea em maio próximo.
Quanto a isso não somos contra. Somos a favor sim, do metrô e que a linha se expanda na cidade do Rio de Janeiro. Já que metrô é transporte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Li a pouco que o governador Sérgio Cabral PMDB – RJ, disse que vai iniciar a obra do trecho do metrô Barra da Tijuca-Gávea em maio próximo.</p>
<p align="justify">Quanto a isso não somos contra. Somos a favor sim, do metrô e que a linha se expanda na cidade do Rio de Janeiro. Já que metrô é transporte de massa, eficiência, menos carros nas ruas e menos poluição produzida pelos automóveis, além de melhor qualidade de vida.</p>
<p align="justify">Porém, não sei se é uma atitude inteligente uma linha que já enfrenta problemas, pela quantidade de usuário e poucos vagões seguir em linha reta. O certo seria fazer essa ligação Barra da Tijuca – Zona Sul, via Botafogo, e não via Ipanema/Leblon.</p>
<p><span id="more-1940"></span></p>
<p align="justify">Já levantamos aqui uma série de motivos técnicos para que não se faça algo dessa magnitide no <a href="http://ecobriefings.com/2009/12/20/e-depois-da-estao-metr-general-osrio-ipanema/">trajeto novo proposto</a> pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p align="justify">Não parece ser inteligente, e que irá desafogar o transito, trazendo soluções para o usuário, utilizar um metrô que segue em linha reta e vai superlotando cada vez mais.</p>
<p align="justify">O certo seria, como já mencionamos, ou se utilizar o trajeto Gávea-Botafogo, como se propunha anteriormente, ou melhor. Se fazer a ligação Estação Uruguai (que já está perfurada na Tijuca) até a Barra da Tijuca. Assim atenderia-se de forma mais eficiente quem vai do Centro ou Zona Norte para Barra da Tijuca, vice-versa.</p>
<p align="justify">Economizando-se dinheiro na construção, tempo de execução da obra, já que seria feita em rocha, menos impacto ambiental. E assim, ganharia a população no tempo de deslocamento menor, menos automóveis nas ruas, e menos superlotação, já que o traçado seria mais eficiente e lógico.</p>
<p align="justify">“O que queremos é um traçado do metrô que vá atrás do consumidor, não uma solução fácil de engenharia. Mas haverá transtornos, inclusive com interdição de trechos de vias como a Visconde de Pirajá a partir de 2012, 2013” (<a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/01/19/cabral-anuncia-que-obras-da-linha-4-do-metro-comecam-em-maio-pela-barra-da-tijuca-915568856.asp">O Globo</a> 21/01/2010).</p>
<p align="justify">Não nos parece inteligente essa fala do Governador do Rio, que não prefere soluções fáceis de engenharia. O que não se pode é tentar superlotar um metrô que está trabalhando no seu ponto máximo, e se ter uma solução de engenharia que não traga benefícios tanto para o presente quanto para o futuro.</p>
<p align="justify">Lembremos que as soluções prometidas com as obras récem inauguradas do metrô (Estação General Osório/Ligação direta Pavuna-Botafogo) estão levando o caos aos usuários, diminuindo a qualidade do serviço com atrasos e superlotação dos vagões.</p>
<p align="justify">Onde estaria a qualidade de vida de uma obra concebida com tais erros?</p>
<p align="justify">Outra preocupação é com os danos ambientais de uma obra em Ipanema/Leblon.</p>
<p align="justify">Como diz os antigos, a pressa é inimiga da perfeição.</p>
<p align="justify">E dizemos aqui, a falta de planejamento adequado para está obra certamente será um dano ambiental e humano. E não uma solução inteligente para uma cidade que possui um transito chegando as vias de caótico, e com precarios meios de transporte.</p>
<p align="justify">Esperamos que esta obra não se transforme em um factóide.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ecobriefings.com/2010/01/20/metr-barra-gvea-ipanema-seria-inteligente-o-ltimo-trajeto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Na contram&#227;o!</title>
		<link>http://ecobriefings.com/2010/01/14/na-contramo/</link>
		<comments>http://ecobriefings.com/2010/01/14/na-contramo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 15:29:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Ecoeficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Paes]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[APA de Grumari]]></category>
		<category><![CDATA[APA de Marapendi]]></category>
		<category><![CDATA[Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[micro clima]]></category>
		<category><![CDATA[PEU-Vargem Grande]]></category>
		<category><![CDATA[poluição visual]]></category>
		<category><![CDATA[Prédio da Eletrobrás na Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Salve a Lapa]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ecobriefings.com/2010/01/14/na-contramo/</guid>
		<description><![CDATA[Primeiro foi a falta de bom senso do Prefeito Eduardo Paes do PMDB – RJ, em querer construir uma garagem subterrânea em plena Praça N. S. da Paz em Ipanema, uma praça que possui uma cobertura árborea com árvores com mais de 70 anos e que possuem raizes profunda. A praça seria desfigurada e fechada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Primeiro foi a falta de bom senso do Prefeito Eduardo Paes do PMDB – RJ, em querer construir uma garagem subterrânea em plena Praça N. S. da Paz em Ipanema, uma praça que possui uma cobertura árborea com árvores com mais de 70 anos e que possuem raizes profunda. A praça seria desfigurada e fechada a população, sem falar que mais carros e menos árvores iriam prejudicar a qualidade de vida do bairro, e iriam trazer prejuizos ao micro clima numa cidade que enfrenta ondas de calor de 45 graus. A população ficou atenta e foi a luta, pelos menos por enquanto a praça não será violentada com uma garagem, e depois também se descobriu que a mesma havia sido tombada na gestão do ex prefeito Cesar Maia.</p>
<p align="justify">Depois veio mais uma idéia louca da atual gestão, de se flexibilizar construções nas APAS de Marapemdi e Grumari. Uma das poucas áreas de restinga que se tem em área urbana no Rio. Restinga que tem fundamental importância no equilíbriu do ecossistema lagunar da Barra da Tijuca. Pior ainda se construir em Grumari, um dos poucos parques com características de restinga e montanha em um único ecossistema, e com extensões de praias preservadas.</p>
<p><span id="more-1929"></span></p>
<p align="justify">Passaram-se alguns meses e veio o PEU de Vargem Grande e mais uma idéia sem pé nem cabeça, que incentiva construções em lotes molhados. O que isso quer dizer? Construir em áreas alagadissas. So se esqueceram, que construindo ali residenciais, se impede o fluxo natural das águas, que a região é repleta de fauna e flora, que em desequilíbrio pelas construções vai gerar possíveis desconfortos, como maior incidência de mosquistos, mal cheiro, como hoje já ocorre nas lagoas da Barra /Recreio, sem falar em possiveis inundações.</p>
<p align="justify">Realmente eu não sei o que se passa na cabeça do Prefeito Eduardo Paes, que parece agir na contramão do bom senso, e do planejamento urbanístico em prol da qualidade de vida, sustentabilidade e ecoeficiência.</p>
<p align="justify">Vistem o blog do Movimento <a href="http://salvealapa.blogspot.com/">Salve a Lapa</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ecobriefings.com/2010/01/14/na-contramo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>IPT e IMPE v&#227;o monitorar deslizamentos no pa&#237;s</title>
		<link>http://ecobriefings.com/2010/01/13/ipt-e-impe-vo-monitorar-deslizamentos-no-pas/</link>
		<comments>http://ecobriefings.com/2010/01/13/ipt-e-impe-vo-monitorar-deslizamentos-no-pas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 21:58:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ecoeficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[INPE]]></category>
		<category><![CDATA[IPT]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento de risco de deslizamentos]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças climáticas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ecobriefings.com/2010/01/13/ipt-e-impe-vo-monitorar-deslizamentos-no-pas/</guid>
		<description><![CDATA[Já haviamos mencionado em posts anteriores aqui que seria importante um sistema que monitorasse riscos e prevenisse tragédias provocadas pelo clima, como as recentes acontecidas em São Paulo e Angra dos Reis no Estado do Rio de Janeiro.
Pois bem, o IMPE e IPT estão montando tal projeto. Li essa informação no UOL Notícias citando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Já haviamos mencionado em posts anteriores aqui que seria importante um sistema que monitorasse riscos e prevenisse tragédias provocadas pelo clima, como as recentes acontecidas em São Paulo e Angra dos Reis no Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p align="justify">Pois bem, o IMPE e IPT estão montando tal projeto. Li essa informação no <a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/01/08/ult5772u6960.jhtm">UOL Notícias</a> citando o Jornal Valor Econômico.</p>
<p align="justify">“Especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) estão montando um projeto inédito de monitoramento de risco de deslizamentos na região metropolitana de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Salvador além de Campos do Jordão, Petrópolis (região serrana do Rio) e áreas da Serra do Mar.”</p>
<p><span id="more-1921"></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">“Há dez anos o Inpe vem estudando a dinâmica dos deslizamentos de terra que ocorrem depois de intensas chuvas. Pesquisadores trabalham num projeto de R$ 1,5 milhão, financiado pela Fapesp, que instalou oito pluviométricos automáticos na Serra do Mar. Com eles é possível saber em tempo real o volume da chuva. (…) O IPT, na outra vertente, é o braço técnico do plano de prevenção de riscos que identificou áreas ameaçadas em 74 municípios de São Paulo e existe há 20 anos. Se chove muito em determinada área de risco, técnicos do IPT ou treinados pelo instituto vão ao local conferir os sinais que identificam a possibilidade de deslizamento. Conforme a situação, disparam o alarme para retirar a população.”</p>
<p align="justify">Segundo os ténicos destes institutos existem três pontos importantes em debate neste projeto:</p>
<p align="justify">1º Conseguir coletar mais dados para alimentar o sistema com o máximo de informações sobre áreas de risco (características do solo, vegetação, declividade, por exemplo) e a partir daí desenvolver modelos;</p>
<p align="justify">2º Integrar as informações do Inpe sobre clima com a base do IPT. IO que significa desenvolver um software que cruze a informação de uma tempestade em determinada região com o comportamento daquele terreno submetido a certo volume de água;</p>
<p align="justify">3º É logístico. Que diz respeito as definições como aquelas informações vão fluir, como vamos comunicá-las à população.</p>
<p align="justify">Certamente este projeto será de muita importância para se entender o clima e suas ações devastadoras, já que o mesmo nos últimos anos vem se monstrando incontrolável por contas das mudanças climáticas mundiais.</p>
<p align="justify">Vale ressaltar aqui, o ponto que deve ser visto com bastante interesse das autoridades e estudiosos, como se evacuar as áreas que podem sofre ações do clima, como chuvas intensas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://ecobriefings.com/2010/01/13/ipt-e-impe-vo-monitorar-deslizamentos-no-pas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
