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	<title>Ecobriefings &#187; Aquecimento Global</title>
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		<title>Os efeitos da ressaca na orla</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 22:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse final de semana o Rio no mar carioca há uma forte ressaca, que está tirando bastante areia de trechos da orla de Ipanema e Leblon. Com destaque ao grande deslocamento de areia que o mar fez nas proximidades do posto 8 e do Arpoador, onde o mar retirou bastante areia deixando a praia sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esse final de semana o Rio no mar carioca há uma forte ressaca, que está tirando bastante areia de trechos da orla de Ipanema e Leblon. Com destaque ao grande deslocamento de areia que o mar fez nas proximidades do posto 8 e do Arpoador, onde o mar retirou bastante areia deixando a praia sem a extensão que é de conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é que com esse deslocamento apareceram estruturas como escadas de concretos antes encobertas e também as pedras de apoio ao paredão da orla.</p>
<p style="text-align: justify;">Fico imaginando a força dessas ressacas nos anos que virão com o possível aumento do nível dos oceanos, e quais os efeitos que podem causar destrutivos nas orlas das cidades literâneas brasileiras.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2056" title="CIMG4035" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/06/CIMG40351-225x300.jpg" alt="CIMG4035" width="225" height="300" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2058" title="CIMG4036" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/06/CIMG4036-225x300.jpg" alt="CIMG4036" width="225" height="300" /></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-2059" title="CIMG4037" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/06/CIMG4037-225x300.jpg" alt="CIMG4037" width="225" height="300" /></p>
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		<title>Estudo de Uerj revela que mudan&#231;a clim&#225;tica afeta a orla do Rio</title>
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		<pubDate>Mon, 31 May 2010 00:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estou sem postar aqui no blog há algumas semanas, em parte pela correria do trabalho. Hoje li no Jornal do Brasil uma reportagem que fala dos efeitos climáticos sobre a orla do Rio de Janeiro.
Há alguns posts atrás tratamos disso, apresentando alguns detalhes de um estudo elaborado há quatro anos pelo IPP – Instituto Pereira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Estou sem postar aqui no blog há algumas semanas, em parte pela correria do trabalho. Hoje li no Jornal do Brasil uma reportagem que fala dos efeitos climáticos sobre a orla do Rio de Janeiro.</p>
<p align="justify">Há alguns posts atrás tratamos disso, apresentando alguns detalhes de um estudo elaborado há quatro anos pelo IPP – Instituto Pereira Passos a cerca dos efeitos da elevação dos oceanos provocadas pelo aquecimento global.</p>
<p align="justify">Eu destacaria essa frase como a mais importante da reportagem.</p>
<p align="justify">“– Não dá mais para construir perto do litoral, porque o mar vai comer, vai avançar – diz Zee, impressionado com o que tem visto.” (JB)</p>
<p align="justify">Não adianta insistir em construir prédios de luxos, estruturas colossais, se sabemos que todo o investimento será talvez perdido em poucos anos. Seria mais justo o planejamento de construções de baixo impacto, e de um urbanismo sustentável, já prevendo possíveis alterações.</p>
<p align="justify">“Também coordenador do Mestrado em Meio Ambiente da Universidade Veiga de Almeida, Zee diz que a diminuição da faixa de areia nos postos 5 e 6 é apenas a ponta do iceberg que descongela. – Normalmente, a largura da praia de Copacabana, desde o aterro nos anos 60, varia de 80 a 120 metros. Em situações extremas de ressacas, diminui para 40 a 60 metros. Nunca vi do jeito que está agora – espanta-se, numa referência ao fato de a água, por vezes, bater no calçadão. – A tendencia é piorar.”</p>
<p align="justify">Realmente, me impressionei a pouco ao caminhar pelo calçadao de Copacabana e presenciar que a faixa de aréia em certos trechos encolheu.</p>
<p align="justify">Quem quiser ler mais sobre a reportagem do Jornal do Brasil deste Domingo, segue o <a href="http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/05/29/e290519081.asp">link</a>.</p>
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		<title>Pequeno Reporter em Save the Earth</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 02:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje encontrei esse vídeo bacana feito por uma criança. O pequeno reporter entrevistou o Cesar Maia.
O que achei interessante foi a linguagem fácil, e como vários temas ligados a susntentabilidade, meio ambiente e aquecimento global foram tratados, convocando principalmente as crianças e jovens a serem os agentes da mudança e preservação do planeta.

Uma parte do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje encontrei esse vídeo bacana feito por uma criança. O pequeno reporter entrevistou o Cesar Maia.</p>
<p style="text-align: justify;">O que achei interessante foi a linguagem fácil, e como vários temas ligados a susntentabilidade, meio ambiente e aquecimento global foram tratados, convocando principalmente as crianças e jovens a serem os agentes da mudança e preservação do planeta.</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sbtHwurZzP4" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/sbtHwurZzP4"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Uma parte do vídeo me chamou atenção, quando o Cesar Maia falou que as mudanças climáticas podem ocasionar terremotos. Fui pesquisar e encontrei a transcrição que ponho abaixo e que foi publicada na Revista <a href="http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/aquecimento_global_pode_provocar_terremotos_deslizamentos_de_terra_e_erupcoes_de_vulcoes.html">Scientific America</a> que dá embasamento a fala do político.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><span>&#8220;A edição especial da <em>Philosophical  Transactions of the Royal Society</em> do dia 28 de maio levanta a  discussão sobre como alterações climáticas podem induzir erupções  vulcânicas e outros riscos geológicos, como terremotos e deslizamentos  de terra. Entre os problemas que os estudos relacionam com o aquecimento  global estão: derretimento dos picos das montanhas, aumento das  atividades sísmicas diluindo os depósitos de gelo e aliviando a pressão  em algumas partes do mundo e aumentando em outras, e produção de magma  sendo impulsionada por mudanças de pressão nos vulcões subglaciais, como  os da Islândia.&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Bacana a atitude do Cesar Maia ao tratar de temas tão importantes com linguagem que aproxima jovens e crianças da importância de se preservar o planeta. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span>Aproveitamos para parabenizar a criança que sabiamente conduziu a entrevista. Que mais crianças se transformem em mutiplicadores do conhecimento e ajudem a salvar o planeta.<br />
</span></p>
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		<title>Anita&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 14:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Por André Delacerda
Resolvi começar esse post com essa imagem. Gostaria que nossos leitores prestassem bem atenção na movimentação destas. Em seguida respondam a pergunta que formulamos.
O que vocês acham que é isso? Em que país ocorreu?
Primeira conclusão, não foi no Rio de Janeiro. No decorrer deste post explicamos, mas já adiantamos que há uma relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/04/20100310_038_ciclone_intensificando_animacao.gif"><img style="display: inline" title="20100310_038_ciclone_intensificando_animacao" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/04/20100310_038_ciclone_intensificando_animacao_thumb.gif" alt="20100310_038_ciclone_intensificando_animacao" width="240" height="180" /></a></p>
<p align="justify"><em>Por André Delacerda</em></p>
<p align="justify">Resolvi começar esse post com essa imagem. Gostaria que nossos leitores prestassem bem atenção na movimentação destas. Em seguida respondam a pergunta que formulamos.</p>
<p align="justify">O que vocês acham que é isso? Em que país ocorreu?</p>
<p align="justify">Primeira conclusão, não foi no Rio de Janeiro. No decorrer deste post explicamos, mas já adiantamos que há uma relação de temas entre as duas tempestades.</p>
<p align="justify">Bem, depois da tempestade que acabou gerando aquela catastrofe da semana passada (<em>primeira semana de abril 2010</em>) na região metropolitana do Rio. Voltamos aqui, a discutir sobre a necessidade de o Brasil ter uma Defesa Civil mais bem preparada, e um Centro Gestor de Catastrofes. Na verdade eu gostaria de dizer, Centro para antever e gerenciar eventos extremos do Clima. Pois, mais interessante é acompanhar as informações que a metereologia envia, saber interpretá-las e planejar ações que culminem com a preservação de vidas, horas antes que o evento ocorra.</p>
<p><span id="more-2009"></span></p>
<p align="justify">Em 2004 tivemos o Furacão Catarina no litoral Sul do Brasil, e o que ele gerou? Destruição de áreas urbanas, mortes, e prejuízos particulares e públicos. Quem alertou sobre o Catarina? Epecialistas americanos que o perceberam nas imagens de satélite. Nossos especialistas até se mostraram céticos quando avisados, mais cético foi o comportamento do governo brasileiro diante do fato. Não tomou uma ação responsável, e não emitiu o alerta para que a população não fosse pega de surpresa.</p>
<p align="justify">Agora, vamos explicar aquela imagem de satélite acima:</p>
<p align="justify">“<em>A tempestade tropical Anita, que passou entre os dias 9 e 10 de março  de 2010 pelo litoral de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, é a segunda do tipo a ser registrada na costa do Atlântico Sul nas Américas</em>.” (<a href="http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/7895">Jornal Comunicação</a>).</p>
<p align="justify">“<em>A ocorrência do furacão Anita se soma à do furacão Catarina ocorrido em 2004. “Se anteriormente a gente tinha apenas um evento excepcional, agora temos dois pra contar num intervalo relativamente curto de tempo” avalia Martins sobre o que significa este tipo de tempestade na região. Na área não há nenhuma central de acompanhamento de furacões, a ponto de o acompanhamento do Anita ter sido feito pela Marinha norte-americana e pelo centro nacional de furacões dos Estados Unidos</em>.” (<a href="http://www.jornalcomunicacao.ufpr.br/node/7895" target="_blank">Jornal Comunicação</a>)</p>
<p align="justify">Depois da leitura acima, chego ao ponto da Defesa Civil e sobre o Centro de Gestão que sugeri. Observem no texto acima que o meteorologista do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Ciram), Marcelo Martins, diz:</p>
<p align="justify">“(…) <em>Anita ter sido alertado pela Marinha norte-americana e pelo centro nacional de furacões dos Estados Unidos</em>.”</p>
<p align="justify">Isso mesmo, é a segunda vez que os americanos que são especialistas neste tipo de evento climático, nos alertam. E o que faz as autoridades brasileiras? Nada, chegam atrasadas, liberam verbas que devriam ser liberadas para anterver, e não para tapar o sol com a peneira, logo após os desastres.</p>
<p align="justify">Já não seria hora de nosso país começar a implantar um centro de estudos no Sul do Brasil para monitoramento e estudo de furacões? Será que dois eventos como o Catarina e o Anita já não são um importante sinal para que isso seja feito?</p>
<p align="justify">E qual a relação desses eventos com o ocorrido no Rio de Janeiro? Simples. O clima se modifica de forma agressiva e provoca uma tragédia com mais de 200 mortes. A cidade recebeu alertas de chuva intensa. Mas talvez não soube interpretar o que ocorreria, não anteveio ao acidente, evacuando as pessoas, informando possíveis locais de acidentes.</p>
<p align="justify">O Rio será sede uma Olimpiada em 2016, será palco de jogos importantes na Copa de 2014. Mas não parou ainda para pensar em uma Defesa Civil que trabalhe para antever as tragédias. Pois, a Defesa Civil que temos, trabalha bravamente, mas não tem estrutura para interpretar e coordenar uma evacuação.</p>
<p align="justify">Imaginem, se um Furacão como o Catarina e o Anita ocorre aqui?</p>
<p align="justify">Observem, essa tempestade que ocorreu no Rio de Janeiro, provocou em certas áreas, índices pluviométricos em torno de 330 milimentros em um único dia. Vocês sabiam que isso é tempestade de furacão?</p>
<p align="justify">O Brasil a partir deste eventos, tem que buscar aprender com as experiência do Japão, e dos Estados Unidos, mesmo este último, tendo enfretado problemas com a tempestade Katrina em Nova Orleans.</p>
<p align="justify">É urgente o debate com participação da sociedade, cientistas, de parlamentares, e de órgãos governamentais.</p>
<p align="justify">Deixo vocês com o Programa Canal Livre de ontem (11/05/2010), onde foi discutido amplamente sobre essa temática. Inclusive com a participação do especialista em clima, Luiz Carlos Molion.</p>
<p align="justify"><a href="http://www.band.com.br/canallivre/videos.asp">Programa Canal Livre</a> sobre as catastrofes climáticas no Brasil.</p>
<p align="justify">Imagens: Anita &#8211; <a href="http://www.atmet.com.br/twitter/2010/03/anita.htm">Atmosfera Metereologia</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cobaia do Aquecimento Global</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 09:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por André Delacerda
São 05:00 hs da manhã de quinta-feira, dia 8 de abril de 2010, em meio a uma insônia intensificada por uma rinite alérgica, certamente provocada pelas mudanças climáticas bruscas que estamos vivendo nas últimas semanas no Rio de Janeiro.
Nesta madrugada, parei e comecei a conjecturar; se esta cidade, nos últimos tempos não se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Por André Delacerda</p>
<p align="justify">São 05:00 hs da manhã de quinta-feira, dia 8 de abril de 2010, em meio a uma insônia intensificada por uma rinite alérgica, certamente provocada pelas mudanças climáticas bruscas que estamos vivendo nas últimas semanas no Rio de Janeiro.</p>
<p align="justify">Nesta madrugada, parei e comecei a conjecturar; se esta cidade, nos últimos tempos não se transformou em uma cobaia do Aquecimento Global.</p>
<p align="justify">Muita gente é cética quanto ao aquecimento global, alguns cientistas dizem que não se pode provar que ele vá acontecer. Mas, falam que certamente devem haver mudanças no clima, com secas mais prolongadas, e chuvas intensas.</p>
<p align="justify">As previsões mais agressivas do Aquecimento Global certamente se faziam para o final deste século, porém, parece que estas resolveram se antencipar e se materializar neste início de ano (2010). E a cidade do Rio de Janeiro, que tem o título de “Cidade Maravilhosa” virou a cobaia da vez, ou melhor um aviso, um sinal da natureza, dizendo “se vocês não acreditam, não se preparam, as mudanças estão aí”.</p>
<p><span id="more-1990"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro as coisas começaram com um verão talvez atípico, depois do dia 31 de dezembro de 2009 a cidade começou a ser castigada por temperaturas acima dos 41º C, e sensação térmica batendo a casa dos 50 graus. Tivemos um dia, que os especialistas classificaram  a temperatura da cidade do Rio de Janeiro como a segunda mais quente do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 20 de janeiro, comprova-se um evento atípico, em meio a onda de calor. As as imagens de satélite do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec-Inpe) indicavam que a temperatura do mar carioca passava dos <a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/01/20/temperatura-da-agua-esta-pelo-menos-8-graus-acima-do-normal-para-verao-915660920.asp">26 graus</a>, cerca de oito graus acima do esperado para este período.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 10 de fevereiro a sensação térmica fez da cidade do Rio de Janeiro o segundo lugar mais quente do mundo, de acordo com a OMM (Organização Meteorológica Mundial), só perdendo apenas para a cidade de Ada, em Gana, na África, que habitualmente tem esse tipo de <a href="http://noticias.r7.com/rio-e-cidades/noticias/rio-e-o-segundo-lugar-mais-quente-do-mundo-20100210.html">temperatura</a>. De acordo com o Inmet a onda que calor que atingiu a cidade no último mês de fevereiro foi a maior dos últimos 50 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Pude ver <em>in loco</em>, a noite temperaturas na orla da cidade, batendo a casa dos 34º C, isso às 23:30 hs. A cidade que foi considerada em 2009, “A mais feliz do mundo”, segundo ranking da <a href="http://www.forbes.com/2009/09/02/worlds-happiest-cities-lifestyle-cities.html">Forbes</a>, e que tanto ama o sol, as praias, certamente vivenciou esse clima inóspito.</p>
<p style="text-align: justify;">No final do mês de fevereiro, ocorre algo que não acontecia há cerca de 7 anos ou mais, na cidade, a mortandade de peixes volta a acontecer na Lagoa Rodrigo de Freitas. As autoridades, se desencontram nas explicações ao fenômeno. Inicialmente falava-se em somente em <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,tres-toneladas-de-peixes-morrem-na-lagoa-rodrigo-de-freitas,516760,0.htm">3 toneladas</a> de peixes mortos naquele ecossistema que estava em plena recuperação, mas no passar dos dias, a mortandade chegou a <a href="http://mais.uol.com.br/view/99at89ajv6h1/lagoa-rodrigo-de-freitas-tem-quase-80-t-de-peixes-mortos-0402193964E0A95326?types=A&amp;">80 toneladas</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Março passou ainda com fortes temperaturas, o clima ameaçando mudar, chuvas de verão, na verdade tempestades rápidas, mas que já ensaiavam o que poderia acontecer com a cidade, ocorrendo. E no dia 14 de março deste mesmo ano, ocorre uma tempestade, e em menos de 6 horas de chuva, um recorde,  <a href="http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/3/715_raios_em_6h_de_tempestade_69503.html">715 reais</a> cairam sobre a cidade do Rio de Janeiro, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).  Um aumento de 157,2% em relação ao mesmo período de 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">E chegamos ao mês de abril de 2010, com o que muitos consideram o nosso Katrina, ou, o filme 2012, certamente reduzindo-se as proporções. E quais semelhanças tem-se com estes dois fatos, um real acontecido em Nova Orlenas nos Estados Unidos, e o outro ficção das telas de Hollywood? A resposta é simples: a cidade ficou quase que completamente embaixo da água, a população se viu <a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/04/07/chuvas-no-rio-moradores-de-vargem-grande-estao-ilhados-916277468.asp">ilhada</a>. Locais onde jamais se imaginava que alagariam <a href="http://noticias.r7.com/videos/lagoa-rodrigo-de-freitas-transborda-e-alaga-ruas-no-rio/idmedia/4dde844b6fcb8546d6b2b4d47593a46e.html">ficaram submersos</a>. Regiões da cidade <a href="http://oglobo.globo.com/rio/fotogaleria/2010/11393/">ficaram isoladas</a>, mais de 6 milhões de pessoas ficaram reféns do clima. No dia 6 de abril, a cidade literalmente parou. Ironia do destino, a Zona Sul que possui a melhor infra-estrutura da cidade inundou; regiões como a Barra da Tijuca, ficaram quase isoladas, pois a maioria dos acessos ao bairro, Av Niemeyer, Estrada Grajaú-Jacarepaguá, Grota Funda tiveram suas vias interrompidas, o Centro da cidade teve algumas de suas importantes vias transformadas em um verdadeiro mar; as escontas de muitos morros cederam. Importantes equipamentos esportivos, como o estádio do <a href="http://www.lancenet.com.br/noticias/10-04-06/730630.stm">Maracanã</a> e o ginásio do Maracananzinho, que serão utilizados na Copa de 2014 e na Olimpiada de 2016, alagaram.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos no dia 8 de abril e cerca de 150 pessoas morreram, segundo os jornais; vítimas do temporal que abateu a zona metropolitana do Rio, principalmente, a capital do Estado. Partes ricas e pobres da cidade foram atingidas, a infra-estrutura local não aguentou a prova do que talvez seja um prenúncio dos próximos anos, com calor excessivo, chuvas fortes e mais intensas ocorrendo em um curto espaço de tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">E para finalizar,  este evento climático que colocou de joelhos a cidade do Rio de Janeiro; espero que não aconteça mais nada tão grave, e de surpresa. Os oceanógrafos, avisam, chegará hoje a cidade uma ressaca novamente atípica, com previsões de ondas de <a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/04/07/depois-do-temporal-ressaca-ondas-de-ate-5-metros-podem-quebrar-no-rio-916277569.asp">5 metros</a>, o que não é normalmente comum na cidade, inclusive espera-se que devido as proporções as ondas alcacem a Baía de Guanabara, o que pode dificultar a navegação entre as cidade do Rio de Janeiro e Niteroi.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente este início do ano de 2010, soa como um aviso, não passamos no teste, as mudanças climáticas parecem que chegaram em definitivo, e provaram sua força na cidade do rio de Janeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando será que as autoridades, especialistas e a população, irão se conscientizar do que está ocorrendo, e começar a planejar o futuro? Pois, ele acabou de se refletir neste momento em na <a href="http://blogs.estadao.com.br/olhar-sobre-o-mundo/drama-no-rio/">tragédia carioca</a>.</p>
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		<title>715 raios em 6 horas de tempestade no Rio</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 12:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa foi a informação que o Jornal O Dia, trouxe no dia de hoje.
“A incidência de raios, outra preocupação em tempestades, cresceu 157,2% em relação ao mesmo período de 2009, que registrou 802 raios nos primeiros 15 dias de março, disse o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O engenheiro elétrico Osmar Pinto Júnior, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa foi a informação que o <a href="http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/3/715_raios_em_6h_de_tempestade_69503.html">Jornal O Dia</a>, trouxe no dia de hoje.</p>
<p align="justify">“A incidência de raios, outra preocupação em tempestades, cresceu 157,2% em relação ao mesmo período de 2009, que registrou 802 raios nos primeiros 15 dias de março, disse o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O engenheiro elétrico Osmar Pinto Júnior, do Inpe, explicou que o crescimento de casos tem ligação direta com o verão e o fenômeno El Niño, que mantém as águas dos oceanos Atlântico e Pacífico mais quentes, favorecendo formação de tempestades elétricas.”</p>
<p align="justify">Pelo que se pode ver, esse aumento na ocorrência de raios, é uma somatoria de fenômenos que já influenciam no nosso clima, somando-se como o aquecimento global.</p>
<p align="justify">O Jornal O Dia também traz um quadro ilustrativo, explicando melhor o que ocorreu nessa tempestade, e falando sobre os raios.</p>
<p><span id="more-1970"></span></p>
<p align="justify"><a href="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/03/16_info_raio.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; border-left: 0px; border-bottom: 0px" title="16_info_raio" src="http://ecobriefings.com/wp-content/uploads/2010/03/16_info_raio_thumb.jpg" border="0" alt="16_info_raio" width="469" height="977" /></a></p>
<p align="justify">Eu fiz umas imagens dos raios sobre o Corcovado naquele dia e que podem dá a noção da força da tempestade de raios.</p>
<div id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:7bb865b9-3203-4b64-a36c-d06294807c45" class="wlWriterEditableSmartContent" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; float: none; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">
<div><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10163786&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10163786&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><a href="http://vimeo.com/10163786">Tempestade no Rio</a> from <a href="http://vimeo.com/user3340019">AndreDelacerda</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</div>
</div>
<p align="justify">Foto: info raios &#8211; <a href="http://odia.terra.com.br/portal/rio/html/2010/3/715_raios_em_6h_de_tempestade_69503.html">O Dia</a></p>
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		<title>Mar no Rio de Janeiro est&#225; pelo menos 8 graus acima do normal</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 11:53:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje li está notícia, que nos preocupa e nos traz algumas preocupações e indagações.
“O verão carioca deste ano subverteu uma velha regra climática da praia: o calor na areia é compensado pelo banho de mar gelado. Desde o início da estação, a temperatura da água na cidade está surpreendentemente quente. Nesta quarta-feira, as imagens de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Hoje li está notícia, que nos preocupa e nos traz algumas preocupações e indagações.</p>
<p align="justify">“O verão carioca deste ano subverteu uma velha regra climática da praia: o calor na areia é compensado pelo banho de mar gelado. Desde o início da estação, a temperatura da água na cidade está surpreendentemente quente. Nesta quarta-feira, as imagens de satélite do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec-Inpe) indicavam que a temperatura do mar na capital passava dos 26 graus &#8211; cerca de oito graus acima do esperado para este período.” (<a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/01/20/temperatura-da-agua-esta-pelo-menos-8-graus-acima-do-normal-para-verao-915660920.asp">O Globo</a> 21/01/2010).</p>
<p align="justify">Segundo os pesquisadores o fenômeno pode ser um efeito da não ocorrência do fenômeno ressugência que faz com que as aguás nesta época fiquem mais frias, ao contrario do que está ocorrendo neste período. Outra explicação seria a mudança na corrente dos ventos.</p>
<p><span id="more-1942"></span></p>
<p align="justify">Ainda de acordo com os pesquisadores, a ressugência ocorre em Cabo Frio, no litoral Norte do Estado do Rio de Janeiro, trazendo a superfício águas mais frias que são originadas da confluência de correntes marítimas do Brasil e das Malvinas. Assim, essa água mais gelada com a ajuda dos ventos e correntes marítimas chega a cidade do Rio de Janeiro e se extende até a Baía de Ilha Grande.</p>
<p align="justify">Uma coisa que nos vem a mente é que se a temperatura da água aumenta, certamente algumas espécies que não habitam com tanta frequência o mar do Rio de Janeiro, principalmente próximo ao litoral podem começar a migrar para este atraídos pela temperatura da água acima do normal. Vide tubarões, como ocorre em certas praias da região Nordeste do Brasil.</p>
<p align="justify">Outra indagação, é se a temperatura da água está a cima do normal, isso não seria prejudicial para a flora e fauna marinha mais mais sensível, principalmente algas e planctos?</p>
<p align="justify">Com a palavra os especialistas.</p>
<p align="justify">Talvez já estejamos começando a ver efeitos mais contudentes do aquecimento global no Brasil, vide nos últimos meses excessos de chuvas no Sul do país, ocorrência de tornados em regiões onde não eram frequentes, secas no Amazonas, e temperaturas chegando a sensação térmica de 50 graus neste verão carioca. Agora temos o aquecimento anormal do oceano.</p>
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		<title>Mar engole ilha no Par&#225;</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 12:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A costa brasileira vem sofrendo em muitas regiões, processo de avanço do mar e/ou erosão costeira sobre área urbanas, como já acontece em Atafona no Estado do Rio de Janeiro.
Lendo o Portal ORM de O Liberal Digital do Pará. Encontrei uma matéria que mostra mais um desses efeitos naturais acontecendo, desta vez no Estado do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A costa brasileira vem sofrendo em muitas regiões, processo de avanço do mar e/ou erosão costeira sobre área urbanas, como já acontece em <a href="http://www.uff.br/atafona/">Atafona</a> no Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p align="justify">Lendo o Portal ORM de O Liberal Digital do Pará. Encontrei uma matéria que mostra mais um desses efeitos naturais acontecendo, desta vez no Estado do Pará.</p>
<p align="justify">“A bela ilha Coroa Comprida, localizada a cerca de duas horas de barco do porto de Augusto Corrêa, na foz do rio Umarajó, sob influência direta do oceano Atlântico, está sendo devorada pelo mar. A causa é o processo de erosão hídrica que já acontece há pelo menos 30 anos, mas que hoje chegou a um ponto em que a única solução à vista será mesmo retirar de lá as poucas familias de pescadores que nela ainda insistem em permanecer.”</p>
<p><span id="more-1938"></span></p>
<p align="justify">A última parte deste parágrafo é o retrato fiel do que vem ocorrendo em várias partes do planeta. Com o aquecimento global e o aumento do nível do mar, muitas famílias, cidades e até pequenos países localizados em ilhas, terão que ser removidos para áreas mais afastadas do litoral.</p>
<p align="justify">Faz-se necessário principalmente no Brasil que universidade e o serviço cartográfico da Marinha do Brasil comece a realizar um estudo do nosso litoral e dos pontos vulneráveis, para que medidas sejam planejadas e populações possam ser relocadas a tempo.</p>
<p align="justify">A matéria completa sobre este evento natural no Pará pode ser lida em: <a href="http://www.orm.com.br/">Ilha castanhalense é engolida pelo oceano Atlântico</a>.</p>
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		<title>Apag&#227;o espacial pode prejudicar previs&#227;o clim&#225;tica no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 18:33:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa semana estamos com posts que mostram a ligação entre falta de ações governamentais de planejamento e eventos naturais e/ou climáticos, gerando assim, catrastófes ainda maiores.
Pois bem, mais uma notícia que preocupe, depois do apagão de luz, parece que vem ai o apagão no espaço brasileiro.
Segundo o reportagem publicada no jornal O Estado de São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Essa semana estamos com posts que mostram a ligação entre falta de ações governamentais de planejamento e eventos naturais e/ou climáticos, gerando assim, catrastófes ainda maiores.</p>
<p align="justify">Pois bem, mais uma notícia que preocupe, depois do apagão de luz, parece que vem ai o apagão no espaço brasileiro.</p>
<p align="justify">Segundo o reportagem publicada no jornal <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100105/not_imp490573,0.php">O Estado de São Paulo</a>, por causa da troca de uma satélite estrangeiros do qual utilizamos serviços, a previsão e monitoramento dos eventos climáticos no país poderá ser prejudicada.</p>
<p align="justify">“Meteorologistas brasileiros terão de se preocupar também com o clima do Hemisfério Norte em 2010. Caso haja eventos extremos por lá, a previsão do tempo no Brasil poderá ser prejudicada, com impactos sobre a aviação civil, agricultura e o monitoramento de tempestades.”</p>
<p><span id="more-1913"></span></p>
<p align="justify">O problema reside pois no Hemisfério Norte é comum em estações como verão e primavera a incidência de eventos climáticos como furacões, assim os olhos do GOES deixaram de está virados para o Brasil e sim estarão mais direcionados para cobrir tais eventos naquela região do globo.</p>
<p align="justify">“O problema é quando houver condições meteorológicas extremas no Hemisfério Norte &#8211; situação frequente no verão e na primavera, quando ocorrem as temporadas de furacões e tornados nos Estados Unidos. Nesse caso, os &#8220;olhos&#8221; do GOES 12 poderão ser direcionados para lá, deixando o Brasil &#8220;às cegas&#8221; por períodos de até três horas. &#8220;Aí começamos a ter problemas, pois, com essa periodicidade, não conseguimos fazer previsões de curto prazo (para períodos menores do que três horas)&#8221;, explica de Angelis, chefe da Divisão de Satélites do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).”</p>
<p align="justify">“Isso pode ser um problema para a previsão e o monitoramento de tempestades que se formam e se deslocam rapidamente, como as pancadas de chuva que vêm causando desastres no Rio e em São Paulo nas últimas semanas.”</p>
<p align="justify">Neste caso, eventos climáticos como chuvas intensas como as que promoverão os desastres em Angra dos Reis, e que alagam São Paulo, não poderão ser acompanhados com a devida atenção e com previsibilidade.</p>
<p align="justify">Ainda essa semana aqui no Eco Briefings iremos abordar a falta de planejamento em estudos e previsões de eventos extremos no clima no Brasil</p>
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		<title>Amazonas j&#225; sofre os efeitos das mudan&#231;as clim&#225;ticas</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2009 16:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Delacerda</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acabei de ler essa informação no site do Gabeira, que com certeza nos revela  fortes indícios de que o Amazonas já está sofrendo as consequências das mudanças climáticas.
“Os rios do Amazonas registraram, em menos de seis meses, marcas históricas de cheia e seca dos últimos cem anos, com uma variação de 13,88 metros de altura. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Acabei de ler essa informação no site do <a href="http://www.gabeira.com.br/noticias/temas/meio-ambiente/1630-variacao-entre-seca-e-cheia-no-amazonas-pode-ser-indicio-de-aquecimento-global">Gabeira</a>, que com certeza nos revela  fortes indícios de que o Amazonas já está sofrendo as consequências das mudanças climáticas.</p>
<p align="justify">“Os rios do Amazonas registraram, em menos de seis meses, marcas históricas de cheia e seca dos últimos cem anos, com uma variação de 13,88 metros de altura. É o que aponta levantamento sobre registros da <a href="http://www.cprm.gov.br/">Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais no Amazonas</a> (CPRM) do Serviço Geológico do Brasil (SGB). Para os especialistas, a variação extrema no clima na Amazônia pode ser um indício das mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global.”</p>
<p align="justify">Leia mais em “<a href="http://www.gabeira.com.br/noticias/temas/meio-ambiente/1630-variacao-entre-seca-e-cheia-no-amazonas-pode-ser-indicio-de-aquecimento-global">Variação entre seca e cheia no Amazonas pode ser indício de aquecimento global</a>.”</p>
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